PSD contesta actividade da Directora Clínica do Hospital da Guarda
Em causa está o facto da Directora Clínica poder estar a prestar actividade médica de forma regular e remunerada
Os deputados do PSD, eleitos pelo distrito da Guarda, estão perplexos com o facto da Directora Clínica do Hospital da Guarda poder estar a prestar actividade médica de forma regular e remunerada. Segundo os sociais-democratas a Lei refere que “a actividade desta Directora só pode revestir carácter não regular e tem como limite remuneratório uma terça parte da remuneração que compete ao exercício de funções de vogal do Conselho de Administração”.
Com o objectivo de esclarecer este caso e de saber se os mais de 50 mil euros recebidos pela Directora são legais, os parlamentares entregaram, na Assembleia da República, um conjunto de perguntas à Ministra da Saúde. Os deputados querem saber se “a Directora Clínica está ou não autorizada a prestar serviços clínicos no Hospital, na escala habitual de urgência do serviço de cirurgia”, se “está ou não a receber remunerações que lhe estão vedadas por lei” e “que medidas preventivas, correctivas ou sancionatórias pensa a Ministra adoptar no caso de se concluir que estamos perante uma violação da Lei”.
O PSD considera “inaceitável que, quase cinco anos depois de o PS ter assumido responsabilidades governativas”, esta requalificação continue por concretizar.
O PSD pretende saber quando irão “terminar as obras de asfaltamento do IP3” e quando “irá começar a duplicação ou reconversão em autoestrada dessa mesma via, já prometida e anunciada pelo Governo mais que uma vez”.