No debate de atualidade sobre “o relançamento da economia
pós-Covid”, o Vice-Presidente da bancada do PSD recordou que as escolhas da
governação para a economia num momento absolutamente extraordinário, passaram
por atuar para salvar o emprego e para salvar as empresas. Contudo, sustenta do
deputado, o impacto económico deste confinamento das empresas e do país, criou
problemas com diferentes dimensões nos diversos setores da atividade económica.
Assim, defende Afonso Oliveira, “a resposta do Governo tem que
ser muito mais forte, por forma a que não ocorram encerramentos e falências de
empresas. Este é um tempo em que as opções do governo têm que responder às
necessidades reais da economia e das empresas.”
Nesse sentido, o social-democrata deu alguns exemplos de
respostas que, do ponto de vista do PSD, o governo tem de dar imediatamente: “o
Estado tem que pagar já a todos os seus fornecedores; o governo tem que
responder às necessidades de seguros de crédito para as empresas exportadoras;
o governo terá que ponderar já a adequação dos limites para as linhas de
crédito com garantia do Estado, com montantes que respondam já à realidade das
empresas. E o crédito tem de chegar onde é mais preciso e no tempo certo.”
A terminar, Afonso Oliveira afirmou que, neste momento de
abertura gradual da economia, o governo não pode falhar com o país e com os
portugueses na transparência da informação, no compromisso coletivo e na
confiança.
O Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PSD considera que "é preciso encontrar soluções no âmbito económico, no âmbito social, no âmbito político para que rapidamente Portugal reencontre os horizontes de esperança e de confiança".
O PSD considera que é necessário “adotar, na nova fase que se avizinha, um novo modelo” que dê privilégio à “função parlamentar na defesa da saúde pública”.
Os sociais-democratas entendem que o falecimento deste profissional de saúde evidencia o "enorme risco a que estão sujeitos os nossos profissionais de saúde".