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Rui Rio: “o melhor Orçamento” para o Governo “é aquele que tem mais carga fiscal”
O Presidente do PSD criticou ainda o facto de o Governo “não apostar nas pequenas e médias empresas” e de ignorar o “reforço da poupança”.
Sublinhado a “falta de sentido estratégico” do Orçamento do Estado para 2020, Rui Rio acusou António Costa de apresentar um Orçamento que aumenta a carga fiscal em 0,2% do PIB. “Isto significa que os portugueses vão pagar mais 434 milhões de euros de impostos”, referiu.
No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2020, o líder do PSD criticou o Primeiro-Ministro por considerar que o seu melhor Orçamento é aquele que contém “maior carga fiscal” e recordou que os socialistas atacaram o brutal aumento de impostos que houve no tempo da troika. Contudo, “de lá para cá os senhores já fizeram mais 5 aumentos de impostos, o que dá um aumento de impostos brutal em cima daquilo que os senhores criticaram”. O resultado está à vista: “a classe média em Portugal anda meio ano a trabalhar para o Estado e só ao fim de meio ano é que começa a trabalhar para si próprio, tal é a carga fiscal que nós em Portugal temos”.
Referindo que se pedia uma inversão de caminho, o social-democrata questionou ao Primeiro-Ministro se considera que em Portugal a carga fiscal está ou não está demasiado alta e se temos ou não de fazer uma efetiva redução de impostos em Portugal.
Insistindo na falta de estratégia do documento, Rui Rio recordou que um dos problemas da economia portuguesa é o elevado endividamento externo. “As exportações cresceram 2,5% e as importações 5,2%. Agravou-se o saldo externo e para este ano prevê-se um crescimento das importações. Temos de apostar nas pequenas e médias empresas e temos de apostar no reforço da poupança para reduzir o endividamento externo”, defendeu o parlamentar, acrescentando que o Orçamento não aposta nas pequenas e médias empresas e não tem nada a pensar na poupança.
Além de críticas sobre a carga fiscal e a falta de rumo estratégico da proposta, o líder da “bancada laranja” questionou ainda António Costa sobre a transparência do documento, voltando a apontar que existe uma discrepância de 590 milhões de euros entre dois quadros do Orçamento sobre o saldo em contabilidade pública.
“O senhor Ministro das Finanças respondeu-me que eu não sabia nada disto. Então eu não sei nada disto, mas é preciso perceber, não onde está o Wally, mas onde estão os 590 milhões de euros?”, perguntou, sugerindo que talvez Mário Centeno até tenha enganado o Primeiro-Ministro.
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