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PSD pede ao Governo e ao PS que “deixem em paz” a poupança dos portugueses
Álvaro Almeida frisa que “é o bem-estar e o futuro dos portugueses que está em causa”.
O PSD apelou ao Governo e ao PS que “deixem em paz” a poupança dos portugueses e a estabilidade do sistema financeiro, reiterando a oposição do partido a qualquer proposta de englobamento de todos os rendimentos.
Numa declaração política na Assembleia da República, esta quarta-feira, Álvaro Almeida retomou o tema que o presidente do partido, Rui Rio, já tinha abordado no último debate quinzenal com o primeiro-ministro, António Costa.
“A poupança das famílias está em níveis historicamente baixos. Em 2017 e 2018 as famílias portuguesas pouparam menos de 7% do seu rendimento disponível, o que já não acontecia desde o início dos anos 60 do século passado. Nos últimos 25 anos, a taxa de poupança das famílias caiu para menos de metade. Esta tendência é preocupante porque sem poupança não há investimento; sem investimento não há crescimento económico; e sem crescimento económico não é possível melhorar de forma sustentável o bem-estar dos portugueses”, alertou.
No entender do social-democrata, quebrar com este crescimento medíocre tem de ser a prioridade. “O fraco crescimento da economia portuguesa resulta de graves problemas estruturais de competitividade, que tem múltiplas causas. Mas todas essas causas partilham um fator comum: a sua ultrapassagem exige investimento. Não há alternativa: só poderemos crescer mais se investirmos mais e melhor”.
“Sem poupança interna ou não há investimento ou esse investimento implica divida externa que, mais cedo ou mais tarde, acaba na bancarrota e implica chamar a ‘troika’”, alertou.
Álvaro Almeida salientou que o PSD defendeu no seu programa um conjunto de medidas para “aliviar a carga fiscal e promover a poupança das famílias”, como a redução do IRS, mais benefícios para os Planos de Poupança Reforma ou a penalização fiscal do crédito ao consumo.
“É também por essa razão que o PSD estará contra qualquer proposta de englobamento dos capitais em sede do IRS, tal significará um aumento da taxa efetiva de impostos para muitos contribuintes, sobretudo para os que têm pequenas e médias poupanças”, defendeu.
“Deixem em paz a poupança dos portugueses que trabalharam uma vida, deixem em paz a estabilidade do sistema financeiro, é o bem-estar e o futuro dos portugueses que está em causa”, apelou o social-democrata.

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