José Cancela Moura recordou, esta sexta-feira, que o PS prometeu acabar com todos os vínculos precários até 31 de dezembro de 2018. A intenção era muito boa, adianta o deputado, mas não passou disso mesmo. “Diziam que queriam acabar com precários, mas em vez de começar pelos assistentes operacionais da saúde e da educação, deram prioridade aos que estavam no Ministério da Presidência. Diziam que queriam acabar com os contratos a prazo, mas as listas de espera, de consultas e cirurgias nos hospitais estão a níveis inaceitáveis. Diziam que queriam acabar com os recibos verdes, mas as escolas continuam a fechar. Diziam que queriam que as prestações e serviço acabassem, mas em plena era digital os cidadãos fazem filas intermináveis para obter o cartão de cidadão. Diziam que queria combater a precariedade, mas os contratados a prazo cresceram quase 11%”. Frisando que nunca os serviços públicos atingiram um patamar de tão “degradante qualidade”, o parlamentar destacou a permanente contradição dos socialistas “entre o que prometem e não cumprem, entre o que dizem e que não fazem”. A terminar, José Cancela Moura declarou que “o PREVPAP foi um enorme equívoco, tão grande como o tamanho do governo que recentemente tomou posse. Vai ser mais fácil ao Primeiro-Ministro pôr uma vaca a voar do que o país a acreditar nas propostas do PS”.
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