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Fernando Negrão: “este será um Governo para gerir, não para governar”
O parlamentar considera que o Programa do Governo “traz-nos uma mão cheia de nada”.
“Ouvimos todos a apresentação do Primeiro-Ministro do Programa do Governo para os próximos anos. E não há outra forma de o dizer: o que nos fica é que tudo soa ao mesmo.
Soa ao mesmo no otimismo e na confiança no futuro. Soa ao mesmo, na ausência de uma mensagem de estabilidade deste governo minoritário. Soa ao mesmo, na falta de capacidade e de competência. E o pior de tudo, soa a falso as expetativas que cria nos portugueses. A única coisa verdadeira, é que o senhor governa para não perder o poder. E isso não só é verdade, como é a confirmação do que fez ao longo dos últimos quatro anos em que se sentou nessa cadeira”. Estas foram as palavras iniciais de Fernando Negrão no debate do Programa do Governo.
De seguida, o social-democrata afirmou que António Costa quer passar a ideia de que o mundo pode desmoronar-se, mas que nós podemos ficar descansados porque não seremos atingidos por nenhuma crise, estaremos imunes aos impactos negativos de uma recessão, que seremos uma espécie de oásis, graças aos bons ofícios da sua governação, a passada e a futura. “Todos sabemos que isso não é verdade. Até podia aproximar-se dela. Mas não o é porque o seu anterior Governo não soube cuidar do futuro. Olhou apenas para o presente, para o curto prazo, para o ganho imediato. O seu governo não aproveitou a conjuntura de que beneficiou para preparar Portugal para um ciclo económico menos favorável e mais exigente. Não fez as reformas necessárias para robustecer a nossa economia. Tratou apenas de distribuir sem olhar para o amanhã. Desbaratou oportunidades. Apregoou um défice perto de zero, mas deixou os serviços públicos à míngua e ficou a dever quase tudo a quase todos”.
No que respeita à mensagem de estabilidade que o governo tenta passar, o parlamentar questionou onde há estabilidade num governo minoritário que não logrou obter os necessários apoios, prévios e expressos, junto dos partidos que elegeu como seus interlocutores preferenciais? “Onde há estabilidade num governo minoritário que vai navegar à vista, com uma calculadora sempre na mão a ver se soma os votos necessários para aprovar as suas medidas? Julgará o Sr. Primeiro-Ministro que os seus parceiros, anteriormente juramentados, mas agora apenas apalavrados, vão ficar satisfeitos com as cedências à esquerda que polvilhou no Programa do seu Governo? Não o creio. Não lhes vão chegar as migalhas que cedeu aqui e ali, em jeito de grandes orientações estratégicas. Onde há estabilidade num governo minoritário que tem um primeiro-ministro que não hesitará em provocar uma crise política – como já o fez anteriormente com a questão dos professores – se isso se lhe afigurar como politicamente útil e vantajoso, mesmo que não o seja para o País? Ver-se-á se há pântanos ou não no seu caminho”.
Enfatizando que “este será um Governo para gerir, não para governar”, Fernando Negrão considerou estar “clarinho como água que a gerigonça pode não ter edição 2.0, mas a ideologia que vingou é a da gerigonça”.
Declarando que “os Portugueses merecem mais e melhor”, Fernando Negrão garantiu que a os deputados do PSD estarão, como sempre, “vigilantes, mas construtivos, sem dogmatismos e com espírito de diálogo e abertura para questões de Estado relevantes, contribuindo com propostas e ideias para que Portugal progrida e os portugueses finalmente possam convergir com os países mais competitivos da União Europeia, o que manifestamente não tem acontecido. Senhor Primeiro-Ministro, não basta ter um governo para poder dizer que governa”, rematou.
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