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Portugal não tem um Ministério da Saúde, tem um “Ministério da Doença”
Segundo José de Matos Rosa o governo e os partidos da esquerda estão “a pôr em causa o Serviço Nacional de Saúde”.
“Todos sabemos da importância que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) tem para os portugueses. Consideramos até que o SNS constitui uma das mais importantes realizações desde o 25 de abril. Um serviço de saúde que deve cuidar de todos quantos a ele recorram, independentemente dos seus meios económicos, do lugar onde vivem e da natureza da sua doença. Um serviço que não conhece diferenças de grupo, de classe ou de origem. Quando este ano comemoramos os 40 anos do Serviço Nacional de Saúde devemos estar orgulhosos das políticas que os sucessivos Governos prosseguiram, do contributo que inúmeros parceiros da sociedade lhe prestaram e, acima de tudo, do notável trabalho que os seus profissionais realizaram”. Estas foram as palavras iniciais de José de Matos Rosa no debate sobre Saúde.
De seguida, o social-democrata assinalou que se é verdade que estamos orgulhosos, não é menos verdade que estamos também preocupados. “Hoje, Portugal não tem um Ministério da Saúde, tem um «Ministério da Doença». Um Ministério de um Governo que não age, reage. Um Ministério que desconsidera e desmotiva os profissionais do Serviço Nacional de Saúde, ameaçando-os e atacando-os, em vez de com eles colaborar. Um Ministério que desinveste nos centros de saúde, nos hospitais e nos cuidados continuados, privando os doentes de adequadas condições de tratamento e por vezes mesmo de segurança, como sucede presentemente nas farmácias hospitalares do SNS”.
Como consequência desta política de degradação e desinvestimento, adianta o parlamentar, vemos que o preceito constitucional que prevê a garantia do acesso dos portugueses à proteção da saúde não está a ser efetivamente assegurado. “Elevados tempos de espera para consultas e cirurgias nos hospitais do SNS, aumento das listas de espera para cirurgias, urgências sobrelotadas com doentes que chegam a ter de esperar 20 horas para serem atendidos. Tudo isto está a por em causa o nosso Serviço Nacional de Saúde”, referiu.
Matos Rosa afirmou, de seguida, que quase quatro anos desde que este governo tomou posse, as promessas revelaram-se ocas e vãs. “É que ninguém de boa fé acha que o Serviço Nacional de Saúde está hoje melhor do que há quatro anos. Os casos da ala pediátrica do São João, que podia já estar feita, mas nem sequer ainda começou, a farmácia hospitalar do Hospital de Gaia, a falta de equipamentos médicos no Hospital de Santa Maria, o aumento das queixas dos utentes, a multiplicação das greves de médicos, enfermeiros e outros profissionais, todos estes exemplos entre muitos outros que poderia dar, mostram um SNS mal dirigido por este Governo e esta maioria. Este Governo e os partidos da extrema-esquerda que dizem apoiá-lo sacrificaram o SNS a uma gestão ideológica que põe o Estado no lugar das pessoas”.
A terminar, José de Matos Rosa enfatizou que o PSD, pelo contrário, defende que o SNS deve ter uma gestão exclusivamente orientada para a obtenção de resultados para os utentes. “Os senhores beneficiam as clientelas e as vossas famílias partidárias. Nós servimos os portugueses”, rematou.

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