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“Menos 1.500 milhões de euros em investimento público. É isto o fim da austeridade?”
No debate da Moção de Censura, Emídio Guerreiro frisou que “os problemas do país resolvem-se cumprindo com o que se promete e não com palavras, anúncios e propaganda”.
Na discussão da Moção de Censura, Emídio Guerreiro levou a debate os problemas e dificuldades que os portugueses sentem no dia-a-dia. Depois de inúmeras promessas de que se ia “virar a página da austeridade”, o social-democrata confrontou o Primeiro-Ministro com a realidade dos números que demonstram que este governo realizou cortes brutais no investimento público.
Recorda o social-democrata que ao longo da governação o Primeiro-Ministro foi sempre afirmando a importância do investimento público para a recuperação económica. “Disse várias vezes que o governo anterior era um inimigo do investimento público. Que com o seu governo se virava a pagina da austeridade e se privilegiava o investimento. A poucos meses das eleições, olhemos então para o seu desempenho nesta matéria, nomeadamente no que respeita ao investimento da exclusiva responsabilidade da administração central, sem contar com o investimento autárquico ou dos governos regionais”.
De acordo com Emídio Guerreiro os números revelam que “são cerca de menos de 1500 milhões de euros investidos se tivesse mantido o investimento de 2015. É isto o fim da austeridade? E a consequência é aquela que os portugueses sentem com a degradação de inúmeros serviços públicos de norte a sul do país”.


Focando-se no investimento na saúde, o parlamentar recordou que “os que deixaram dívidas monstruosas nos hospitais que o governo anterior teve de pagar e que enchem a boca com a necessidade de investir no SNS”, o que têm para mostrar é um investimento de menos 16,3% que em 2015. Como consequência desse desinvestimento, adianta o Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PSD, temos a falta de medicamentos das farmácias, os meses de espera para um consulta e cirurgia, entre muitos outros efeitos negativos.



Quanto ao investimento em educação, área onde as promessas foram muitas, Emídio Guerreiro revelou um desinvestimento constante desde 2015. “Sabe quais são as consequências disto? São o que as famílias sentem quando vão às escolas falar com os diretores de turma e estes dizem que estão desmotivados, abandonados e insultados pelo governo diariamente. Ou quando vão falar com o diretor da escola e ouvem que não há dinheiro para reparar a escola e não há funcionários suficientes. Mas isto são consequências que a maior parte dos senhores não conhece, porque não vão à escola pública, porque não têm lá os vossos filhos. É isto o fim da austeridade”, questionou.


Por fim, o social-democrata referiu o desinvestimento em infraestruturas, o “departamento do dr. Pedro Marques, agora cabeça de lista das europeias”. Lembra o deputado que promessas foram milhares, powerpoints centenas, festas de arromba para lançamento de aberturas e concursos também não faltaram. Contudo, frisa, os números são claros: são menos 27,5% de investimento do que o concretizado em 2015.



“E mais uma vez as consequências não são sentidas pelos membros do governo que circulam nas estradas nos carros oficiais com motoristas. São sentidas pelos milhares de jovens e crianças que circulam a caminho das escolas em estradas cada vez mais degradadas, algumas a ameaçar ruir. Ou pelos milhares de portugueses que viram comboios a ser suprimidos, com atrasos sem fim, comprando bilhetes de intercidades e sendo obrigados a andarem em comboios regionais ou, pior ainda, estarem a caminho do trabalho e ter de parar porque o motor do comboio caiu em andamento”.
A terminar, Emídio Guerreiro disse ao Primeiro-Ministro que esta é a realidade que os portugueses sentem no dia-a-dia. “E tudo porque os senhores falam e não cumprem. Anunciam, mas não concretizam. E o senhor sabe que estes problemas não se resolvem com soluções familiares, resolvem-se cumprindo com o que se promete e não com palavras, anúncios e propaganda. Isso afagará o vosso ego, mas não resolve os problemas dos portugueses”, rematou.

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