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Programa de apoio à redução do valor dos passes é uma “medida perversa, injusta e iniqua”
Carlos Silva lembra que este programa deixa de fora 6 milhões de portugueses que não vivem nos grandes centros urbanos.
No debate do Projeto de Resolução do Bloco que recomenda a adoção de medidas que garantam o acesso de todos os utilizadores de transporte público ao programa de apoio à redução tarifária, Carlos Silva começou por reconhecer que esta media foi gizada a coberto de boas intenções, dá incentivos corretos à melhoria da qualidade do ar, melhora a mobilidade nas cidades, diminui a importação de combustíveis e automóveis, contribuindo para a redução do défice da balança comercial.
Contudo, adianta o social-democrata, para serem levadas a sério estas medidas têm de estar articuladas, com a melhoria da oferta de transporte público, mais e melhores comboios metros e barcos, melhoria das práticas de gestão destas empresas que se encontram completamente subfinanciadas e vítimas das cativações, e devem ser medidas estendidas a todo o país sem exceção, inclusive zonas onde hoje em dia os cidadãos não têm transporte público como opção possível, viável ou desejável.
De seguida, o parlamentar afirmou que o Orçamento para 2019 “é um instrumento reforçado do eleitoralismo do governo socialista”, acrescentando que “a cereja no topo do bolo desta ferramenta de caça ao voto, é o Programa de Apoio à Redução do valor dos passes, medida perversa e desigual, injusta e iniqua, pois deixa de fora 6 milhões de portugueses que não vivem nos grandes centros urbanos”.
Depois de elencar um conjunto de perguntas a que o governo continua sem dar uma resposta, Carlos Silva concluiu a sua intervenção recordando que a redução tarifária nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto têm data marcada: 1 de abril. “Já no resto do país a operação parece ter ficado para as calendas. O governo socialista cria desigualdades ao promover cidadãos de primeira e de segunda, e não tem qualquer preocupação com a promoção da universalidade, equidade e justiça social. Enfim, temos um verdadeiro «forrobodó eleitoralista» à solta.”

31-01-2019 Partilhar Recomendar
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