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Bloco de Esquerda trocou as convicções por migalhas de poder
Carlos Silva recorda que os bloquistas apoiam uma “carga fiscal máxima com serviços públicos mínimos”.
No debate do Orçamento, Carlos Silva afirmou que esperava que o Bloco de Esquerda aproveitasse este debate para pedir desculpa aos portugueses. Segundo o deputado, os Partidos que rasgavam vestes na anterior legislatura, que marchavam contra a degradação dos serviços públicos, apesar de a troika condicionar as opções do país, são os mesmo que agora aceitam cortes dolorosos e brutais no Orçamento para 2019 e que irão provocar recuos na economia e atrasam o progresso social.
Dirigindo-se à bancada bloquista, o social-democrata quis saber como vai o BE votar um Orçamento que corta no investimento público, que tem cativações recorde, que põe a carga fiscal em máximos de sempre aumentando impostos indiretos, que injeta 850 milhões de euros nos veículos dos Bancos. “É penoso constatarmos que o BE se encontra bloqueado, a aceitar os garrotes que são impostos todos os dias pelas cativações de Mário Centeno, em áreas como a saúde a educação ou os transportes, que funcionam hoje em dia, pior que durante o tempo da troika. Os senhores engoliram todas as vossas linhas vermelhas dos tratados orçamentais ao défice”.
Face a este cenário, Carlos Silva frisou que os deputados do BE “estão acorrentados à solução política que viabilizam, que não é mais que um orçamento de fachada da geringonça, porque o orçamento real é o das cativações, que sufocam o estado social e a economia”.
A terminar, o social-democrata afirmou que “o BE foi comprado por um prato de lentilhas, finge-se preocupado com os portugueses mais pobres, mas cola-se a Costa abandonando os enfermeiros, os professores os polícias. Trocaram as vossas convicções do passado por migalhas de poder. O BE obedece em nome da sobrevivência política, protesta, mas depois vota no orçamento de carga fiscal máxima para serviços públicos mínimos”.

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