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| Pedro Alves recorda parte da herança das governações socialistas |
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| Encerramento de maternidades e de serviços de atendimento permanente foram apenas alguns dos exemplos escolhidos pelo parlamentar. |
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Pedro Alves começou a sua intervenção, no debate sobre interioridade, recordando aos deputados socialistas que o último governo do PS encerrou 10 maternidades, a maior parte delas no interior do país, 64 serviços de atendimento permanente na área da saúde, 3448 escolas e pediu para que se encerrassem 800 quilómetros de ferrovia. “Esta é a herança socialista relativamente ao interior”, sentenciou. De seguida, o social-democrata aproveitou a presença do Ministro Adjunto e da Economia para o confrontar com questões concretas sobre o interior, em especial sobre o distrito de Viseu. O parlamentar quis saber se o governante não se sente incomodado ao ver que, depois da medida de corte de 5% nas vagas das grandes universidades, tenha sido o interior quem mais alunos perdeu este ano letivo. “Não o incomoda que com este governo não tenha havido qualquer tipo de investimento de proximidade e que tenham cancelado o plano de proximidade que estava em curso? Só em Viseu foram 28 milhões de euros que ficaram por investir. Não o incomoda que o hospital de Viseu ainda não tenha visto iniciadas as obras de ampliação da urgência? Não o incomoda que o Centro Hospitalar Tondela-Viseu ainda não tenha visto iniciadas as obras do centro oncológico? Não o incomoda que na linha da Beira Alta ainda não haja sequer projetos? Não o incomoda que se tenha abandonado a construção da Via dos Duques sem qualquer explicação aos portugueses?”
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