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“Bloco é responsável pelo estado de degradação em que se encontra o nosso SNS”
Luís Vales lembrou que ainda esta semana um relatório revelou que “2017 foi o pior de todos os anos na evolução das Unidades de Saúde Familiar”.
“O debate que agora termina evidenciou bem o sectarismo político do Bloco de Esquerda. Um partido que é cúmplice da atual governação. Um partido que é responsável pelo estado de degradação em que se encontra o nosso Serviço Nacional de Saúde (SNS). Só não o seria se não viabilizasse este Governo. Mas, tendo o Bloco de Esquerda aprovado já três Orçamentos do Estado e sendo fatal que aprovará o próximo Orçamento, como levar a sério esta deriva radical, caótica, quase impertinente para um Governo que tem de aturar esta extrema-esquerda com quem se coligou em 2015?” Foi com estas palavras que Luís Vales se dirigiu aos bloquistas no encerramento do debate da proposta do BE para a criação de uma Nova Lei de Bases da Saúde.
De seguida, o social-democrata sublinhou que o combate do Bloco é um combate contra a liberdade, contra a autonomia individual. “O seu ideal é a burocracia de Estado, é a asfixia da sociedade, é a submissão da pessoa ao aparelho estatal. Não vale por isso a pena perder tempo com propostas irrealistas, ultrapassadas, que não significam mais do que um profundo desprezo pelos direitos e necessidades das pessoas, em particular no seu acesso às prestações de saúde”.
Enfatizando que o PSD não se deixa capturar por agendas revisionistas, Luís Vales recordou que o PSD foi responsável pela atual Lei de Bases da Saúde, da qual muito se orgulha e que serviu os portugueses na excelência ao longo de quase trinta anos. “Não recebemos, por isso, lições de cidadania ou de política social por parte de um partido radical, antissistema quando lhe convém, que faz do ataque demagógico um instrumento de corrosão social”.
Contudo, adianta o deputado, a responsabilidade do PSD impõe também o dever de alerta. “Ainda esta semana, um relatório veio confirmar o que já se sabe, isto é, que a reforma dos cuidados primários de saúde está estagnada. Diz mesmo que o ano de 2017 foi o pior de todos os anos na evolução das Unidades de Saúde Familiar. Vem também reconhecer que, se a crise económica acabou no País, no setor hospitalar ela continua. E denuncia o atual endividamento do setor hospitalar, considerando-o mesmo à beira de um ataque de nervos. Perante tudo isto, o que faz o Governo? O Governo sorri. Mas quem não sorri são os portugueses que têm de recorrer ao Serviço Nacional de Saúde. Quem não sorri são os doentes do SNS que têm de esperar mais de mil dias por uma consulta de oftalmologia, quase novecentos dias por uma consulta de ortopedia ou 560 dias por uma consulta de neurocirurgia. Quem não sorri, também, são os doentes oncológicos que têm uma crescente dificuldade no acesso a cirurgias, a tratamentos e mesmo a exames. Quem não sorri, ainda, são os doentes que aguardam cada vez mais tempo por uma operação e que se acumulam em listas de espera cada vez mais longas”.
A terminar, Luís Vales declarou que o PSD orgulha-se de ter feito a atual Lei de Bases da Saúde, mas também reconhece o tempo decorrido e que, nestes trinta anos, surgiram novos problemas, novos direitos e novos desafios aos quais cumpre dar respostas também inovadoras e progressivas. “Daremos, por isso, o nosso contributo, a nossa resposta construtiva, enquanto partido personalista, humanista e reformista, para a nova lei de bases da saúde que vier a ser produzida por esta Assembleia da República”, rematou.

22-06-2018 Partilhar Recomendar
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