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“Milagre económico é uma aldrabice política”
Rui Rio afirmou que António Costa prometeu o que “sabia de antemão que não podia cumprir”.
Rui Rio contestou o “discurso do milagre económico” propagandeado pelo Governo. No encerramento das Jornadas Parlamentares do PSD, na Guarda, o Presidente do PSD apontou como exemplos da “aldrabice política” gizada pelo Executivo a não descida deliberada dos impostos sobre os combustíveis, quando o preço das matérias primas subiu, e a polémica sobre contagem do tempo integral dos professores, quando o primeiro-ministro socialista prometeu o que “sabia de antemão que não podia cumprir”.
Numa intervenção de cerca de 40 minutos, Rui Rio acusou o Governo de ter andado “à boleia” do trabalho do anterior governo e da conjuntura internacional nos dois primeiros anos da governação, com bons resultados económicos. “Eles não fizeram rigorosamente nada por isso. Mais dia menos dia ficava a nu que o discurso não fazia sentido”, afirmou, estimando que hoje “70 a 80% dos portugueses já perceberam a aldrabice política do milagre económico, que não é nenhum”.
Além da denúncia da “aldrabice” do milagre económico, Rui Rio mencionou outros pontos em que o PSD liderou a oposição ao Governo, começando pelas objeções que levantou à entrada da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa no capital do Montepio, que ainda não se concretizou. “Se não fosse a posição do PSD, hoje a Santa Casa da Misericórdia estaria no capital do Montepio. O dinheiro de combate à pobreza, que já é escasso, não deve ir para as imparidades da atividade bancária”, reafirmou.
Rui Rio anunciou ainda que foi graças à oposição determinada do PSD que o ex-ministro Manuel Pinho irá dar explicações ao Parlamento para falar sobre alegados pagamentos do Grupo Espírito Santo.
Perante os deputados do PSD, Rui Rio traçou aquela que vai continuar a ser a estratégia social-democrata: “Devemos ser acutilantes nas críticas e nas falhas ao Governo tal como temos feito, e sérios, rigorosos e competentes no que são as nossas propostas”.
Rui Rio realça que a posição do PSD será sempre a mesma: falar verdade. “A posição do PSD hoje em 2018, ou do PSD ao longo de toda a sua história desde 1974 é: a função do PSD é empurrar o Governo para a irresponsabilidade? Não, isso é função do PCP e do BE. Nós não temos essa função, mas temos outra, que é a de obrigar o Governo a falar verdade às pessoas”, sublinhou.


PSD está a preparar documento estratégico sobre o interior


A propósito do tema das Jornadas Parlamentares – “Afirmação e Valorização do Interior” – Rui Rio referiu que é possível reduzir a despesa pública, valorizando as regiões do interior.
O Presidente do PSD solicitou ao Conselho Estratégico Nacional (CEN) que elabore um documento com propostas pensadas sobre o interior, tal como fez para a natalidade, para ser integrado no programa eleitoral do PSD para 2019. “Não adianta propor uma, duas ou três medidas. Ou temos um conjunto de medidas e são para perdurar no tempo, ou não servem para nada (…). Mandar um fogacho para o ar, como é normal na política portuguesa, não serve para nada, é só para conseguir uma manchete de jornal”, disse, considerando que essas medidas serão úteis mesmo sem o PSD no poder.
Além do trabalho sobre a natalidade e a política para a infância, Rui Rio adiantou que o CEN tem “praticamente pronto” outro “estudo” sobre a reforma da zona euro e, até ao final de julho, deverá apresentar o documento relativo à justiça. “Em cada canto, em cada esquina cada português, toda a gente sabe, que é preciso uma reforma da justiça, mas é preciso saber do que estamos a falar”, afirmou o líder social-democrata, reiterando que esta é uma reforma que terá de ser feita com um consenso “o mais alargado possível”.

PSD vai pedir o acesso à auditoria independente à CGD

Rui Rio quer conhecer os resultados da auditoria independente à gestão da Caixa Geral de Depósitos, aprovada pelo Conselho de Ministros em 23 de junho de 2016. O Presidente do PSD afirmou que o Grupo Parlamentar irá, por isso, pedir o acesso à auditoria independente a atos de gestão da Caixa. “Queremos conhecer os devedores, mas, já agora, ficamos também a saber os decisores, que estará nessa auditoria”, afirma Rui Rio.
No final de abril, o líder do PSD exigia conhecer a lista dos 50 maiores responsáveis das imparidades da Caixa Geral de Depósitos. Hoje, nas Jornadas Parlamentares, Rui Rio desafiou o Governo e a maioria de esquerda a facultar a auditoria que o próprio Governo, através do Ministério das Finanças, incumbira à administração da CGD. Estão em causa os atos de gestão da CGD praticados a partir de 2000.


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