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“O ano de 2016 marca o início de um período de ilusionismo político protagonizado pela dupla Costa/Centeno”
No debate da Conta Geral do Estado 2016, Cristóvão Crespo recordou que “Catarina e Jerónimo foram os partners convenientes e coniventes”.
“Analisar através da Conta Geral do Estado de 2016, o primeiro ano de governo da maioria socialista, bloquista e comunista é um exercício interessante, mas arrepiante pelos resultados que já produziu. Politicamente interessante pela capacidade que os atores têm tido para colocar e retirar máscaras conforme as circunstâncias. Resultados arrepiantes pelos danos e estragos que estão a fazer na sociedade portuguesa. A capacidade destrutiva é muito superior ao que se podia prever à partida”. Foi desta forma que Cristóvão Crespo iniciou a sua intervenção, esta sexta-feira, no debate da Conta Geral do Estado 2016.
De seguida, o social-democrata afirmou que “o ano de 2016 marca o início de um período de ilusionismo político, protagonizado pela dupla Costa/Centeno com o patrocínio e apoio de Catarina e Jerónimo. Catarina e Jerónimo foram os partners convenientes e coniventes”. No entender do deputado, “tem sido um tempo de truques, enganos e manipulação. Truques porque apresentam e votam orçamentos com estratégia de ajustamento com aumento da despesa e depois constata-se que a mesma reduz brutalmente. Enganos de que foram e continuam a ser vítimas os portugueses pela degradação que trouxeram aos serviços públicos. Manipulação que fizeram e continuam a fazer juras de defesa da qualidade do serviço público, mas que na prática fica cativas da lógica «somos todos Centeno»”.
Mas para Cristóvão Crespo, o executivo só consegue manter esta “prática ilusionista” porque está a beneficiar do sucesso das reformas efetuadas pelo anterior governo, está a aproveitar o preço anormalmente baixo do barril de petróleo, o que permitiu ao governo aumentar os impostos sobre os produtos petrolíferos, a que se junta a política monetária do Banco Central Europeu. Contudo, refere, “apesar deste contexto único de que foram herdeiros, nenhum dos mais relevantes indicadores mostrou resultados melhores em 2016 do que os obtidos em 2015”.
Além do aumento do preço dos combustíveis, Cristóvão Crespo recordou outro “adereço determinante e de grande eficácia: o corte radical e abrupto do investimento público que levou à paragem ou ao não arranque de projetos de que o País carece e se viram congelados. A varinha mágica desta atuação acabou por ser as cativações”.
A terminar, o social-democrata sublinhou que “o ano de 2016 foi o arranque desta estratégia de governação, de que temos vindo a sofrer as consequências. Práticas e consequências que não ficaram circunscritas a 2016, mas continuam a ser utilizadas, e continuam a provocar a degradação da proteção das populações e prestação dos serviços públicos”.

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