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Justiça: PSD desafia partidos para um esforço comum a pensar em Portugal
Carlos Peixoto considera que este é um “desígnio nacional” que deve levar todos os partidos a trabalhar em conjunto.
No final do debate sobre Justiça, agendado pelo PSD, Carlos Peixoto referiu que termina o debate com 3 certezas. A primeira, refere, é a de que PS, BE e PCP “encararam este debate de forma azeda, amarga, agastada, não manifestando intenção nenhuma de convergir. Querem continuar a divergir, agarrados a um passado, pois cristalizaram lá atrás”.
A segunda certeza expressa pelo Vice-Presidente da bancada do PSD, relaciona-se com a “bandeira” da redução das pendências. Dirigindo-se à Ministra da Justiça, o deputado afirmou que, “com a humildade e seriedade que lhe é reconhecida”, a governante devia “cumprimentar, saudar e reconhecer que aquilo que é hoje a redução das pendências se deve muito à anterior Ministra, à Dra. Paula Teixeira da Cruz”.
A terceira certeza de Carlos Peixoto, refere-se à perceção geral de que o sistema de justiça não funciona de forma eficiente e que a sua imagem pública está desgastada.
De seguida, Carlos Peixoto afirmou que “aquilo que é fácil a Ministra resolve, o que é difícil empurra com a barriga”. No entender do “Vice da bancada laranja”, as expetativas que foram criadas com “o artificial discurso de que virámos a página da austeridade, estão a ser defraudadas de dia para dia”, sublinhando o social-democrata que “quem semeia ventos de facilidade, acaba por colher tempestades de dificuldades”.
No que respeita às acusações dos outros partidos, Carlos Peixoto recordou que este agendamento do PSD ocorreu em sequência dos encontros mantidos pelos sociais-democratas com vários agentes judiciários nas últimas semanas. “Nós não queremos marcar a agenda, prosseguimos apenas um desígnio nacional. As nossas propostas não estarão fechadas”.
A terminar, e após abordar questões relacionadas com o regime das incompatibilidades, Carlos Peixoto enfatizou que “o que se passa com o Ministro-Adjunto tipifica aquilo que de pior se pode transmitir aos cidadãos: a violação de regras éticas e de conduta e a impunidade com que elas são tratadas. Quem não cumpre regras das incompatibilidades, quem não cumpre a lei não pode ser Ministro. Se não fosse a lei, devia ser a consciência do senhor Ministro ou a consciência do senhor Primeiro-Ministro a dizer que ele devia imediatamente cessar funções”.

14-06-2018 Partilhar Recomendar
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