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Europa: PSD não aceita cortes na Política de Coesão e na Política Agrícola Comum
Rubina Berardo frisou que os sociais-democratas tudo farão para defender os interesses de Portugal.
No debate sobre o Dia da Europa, Rubina Berardo sublinhou a importância do próximo quadro financeiro Plurianual da União para o futuro de Portugal. Sublinhando que o PSD acompanha a necessidade de responder proactivamente aos novos desafios que se colocam à União, a Vice-Presidente da bancada do PSD manifestou a oposição dos sociais-democratas ao esboço da Comissão que retira verbas dos Estados e das regiões mais pobres da União para realocar essas verbas às novas áreas que mais beneficiam os Estados-membros mais ricos. “O PSD já o afirmou: estamos ao lado dos interesses de Portugal e não aceitamos cortes na Política de Coesão e na Política Agrícola Comum. O Comissário para o orçamento reagiu às críticas sobre a proposta de orçamento da Comissão, dizendo “as críticas significam que estou certo”. Não, senhor Comissário Oettinger, não está certo. É a negação do princípio elementar da União: a solidariedade entre os povos e entre os Estados.”
No que respeita às “lágrimas de crocodilo” do Primeiro-Ministro, a propósito dos cortes, a deputada recordou que com o governo anterior, Portugal foi precursor na dinamização do Grupo “Amigos da Coesão”, um Grupo que unia os 15 principais beneficiários desta política. “Na sua ânsia cega de fazer tábua rasa também neste domínio, o atual Governo esqueceu e ignorou os “Amigos da Coesão”. E agora vemos as consequências: a Comissão Europeia sacrifica logo a Política de Coesão. Explique ao país porque é que o governo socialista se esqueceu desta colaboração”.
De seguida, Rubina Berardo enfatizou que para o PSD, “a Europa é muito mais que a soma de todos os Fundos Comunitários. É um fator identitário, político e cultural. Bem ao contrário daqueles que neste parlamento apoiam o governo e rejeitam a Integração, rejeitam o Euro, e rejeitam a NATO mas que curiosamente nunca rejeitam os apoios financeiros da União. Portugal e os portugueses merecem um Governo que seja ambicioso na política europeia. Que não exprima timidez ou vergonha ao abordar a integração europeia neste parlamento. Por mais que insistam que a Política Externa não figura dos acordos da geringonça, esta solução governativa deixa-nos sempre um travo amargo”.
A terminar, a Vice-Presidente da “bancada laranja” recordou que a Europa enfrentou, desde os seus primeiros dias, tensões que testaram a nossa resiliência e a nossa capacidade de transformação. “Por vezes as verdades sonantes também vêm do exterior. John Kerry afirmou há dias que «a Europa precisa de acreditar em si própria». É assim que abraçamos a Europa. Com sedução, e contra as tentativas de rapto da nossa Europa”.

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