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Emídio Guerreiro compara o Ministro das Finanças ao Xerife de Nottingham
Em causa, a ânsia do governante em cobrar impostos aos portugueses.
No seguimento das intervenções do Bloco e do PCP no debate sobre o Programa de Estabilidade, Emídio Guerreiro frisou que chega quase a ser ternurento o “simulacro de debate” entre os governantes e os partidos que os sustentam no Parlamento. O Vice-Presidente da bancada do PSD registou a quantidade de vezes que PCP e BE “rasgam as vestes a defender as causas, mas no fim do dia lá estão todos, juntinhos, a assinar e a votar o Orçamento que viabiliza tudo isto”.
No que respeita ao Ministro das Finanças, o social-democrata estranhou que o governante refute os aumentos de impostos, bem como a realidade de termos a maior carga fiscal de sempre, algo que transforma Mário Centeno no “Xerife de Nottingham, com afã de recolher tudo o que possa ser recolhido”.
Acusando o executivo de hipocrisia e de, com as suas medidas, penalizar as pessoas e as empresas, Emídio Guerreiro desafiou o Ministro das Finanças a assumir que o governo a que pertence teve a opção de, através dos impostos indiretos, aqueles que se veem menos, penalizar toda a gente.
A terminar, o Vice da “bancada laranja”, recordou que Mário Centeno fez parte de uma equipa que, em 2015, apresentou um modelo que iria garantir níveis de crescimento ao país nunca vistos. “Estamos no terceiro ano de governação, e a verdade é que no primeiro ano cresceram menos do que o último ano do anterior governo. No segundo ano já subiu. Agora, que estamos no terceiro ano, estão satisfeitos porque atingiram os 2,7%, que é um bom número, mas está muito aquém das previsões de 2015 e aquém do que crescem 21 países da União Europeia.
Mas quando vemos os vossos documentos, vemos que para o ano já começamos a descer. Explique porque é que não tendo atingido as metas propostas e idealizadas em 2015, porque é que a partir de 2019 já vamos por aí abaixo outra vez”, desafiou o deputado.
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