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“É extraordinariamente débil a situação económico-financeira do SNS”
Ângela Guerra traçou um cenário negro da Saúde em Portugal, com o caos nas urgências, obras cativadas e doentes que esperam mais de 800 dias por uma consulta.
Durante a Interpelação ao Governo sobre “política geral centrada nas necessidades de investimento nos serviços públicos, nomeadamente nos setores da Saúde, Educação, Transportes e Comunicações”, Ângela Guerra chamou a atenção dos deputados para o paradigma em que vivemos em Portugal.
Segundo a deputada, por um lado temos a saúde que o Portal do SNS nos transmite, assente nos dados que o Ministro da Saúde lá manda colocar. “E eu digo lá manda colocar porque todos temos memória da vergonha que foi o falseamento e a limpeza das listas de doentes com cirurgias em espera, por exemplo no Hospital da Amadora. Ou também os falsos anúncios, por parte do senhor Ministro, das dezenas de USF que estavam abertas e que afinal se verificou que não era assim”.
E depois, do outro lado do paradigma, adianta a deputada, temos a saúde dos portugueses, aquela a que os portugueses todos os dias tentam aceder. “E essa saúde é esta: o Hospital de Faro com situação de caos com macas nos corredores dos serviços de urgências, com doentes 20 horas à espera para serem atendidos. No Hospital de Santarém não há obras no bloco operatório por culpa do Ministro das Finanças. O Hospital Dona Estefânia com a urgência pediátrica em condições que comprometem a segurança dos profissionais e utentes. É o IPO de Lisboa que continua à espera que o Ministro das Finanças liberte a verba dos 5 milhões para que as obras comecem. É também a abertura do concurso que os 700 médicos especialistas esperam. Mas é também os tempos médios de espera garantidos para os doentes: 809 dias na oftalmologia no Hospital da Guarda, 801 dias na oftalmologia no Hospital da Guarda, 476 dias na cardiologia no Hospital da Guarda, 369 dias na neurologia em Setúbal. É esta a realidade do país”.
Aliado a esta realidade, remata Ângela Guerra, está o relatório da auditoria do Tribunal de Contas à conta consolidada do Ministério da Saúde, que vem dizer que “é extraordinariamente débil a situação económico-financeira do SNS”.

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