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Emídio Guerreiro critica duplicidade do BE que ora está com o governo, ora está na oposição
Num debate sobre a situação das trabalhadoras da antiga Triumph, o deputado lamentou que os que se atropelam para aparecer quando as coisas correm bem, não deem a cara quando as coisas correm mal.
Emídio Guerreiro expressou, esta quarta-feira, a solidariedade do PSD para com as trabalhadoras da antiga Triumph. Num debate agendado pelos bloquistas, o social-democrata afirmou que esperava que este fosse “um ponto de viragem”, com o Bloco a abandonar a duplicidade política que o caracteriza. Dirigindo-se à líder dos bloquistas, o parlamentar enfatizou que “já é tempo de assumir as suas responsabilidades. O tempo onde à segunda, quarta e sexta estão com o governo e nos outros dias da semana estão na oposição. Sejamos claros, este governo, o governo a quem cabe resolver os problemas do país, só está em funções porque dispõe de apoio parlamentar de vários partidos, incluindo do BE. Se assim é, esperávamos que finalmente o Bloco assumisse as suas responsabilidades e trouxesse uma solução”.
De seguida, o social-democrata declarou que não são os protestos dos deputados do BE que vão resolver os problemas daquelas pessoas. “Não são os vossos gritos que vão resolver os problemas daquelas pessoas. São as ações. E por isso é que é necessário mudarmos a página e passarmos a outro tempo, onde os partidos que suportam o governo tragam e concretizem soluções. Só assim é que será possível terminarmos com este clima hibrido”.
No que respeita à atuação do governo, Emídio Guerreiro foi igualmente crítico. “Quando tudo corre bem até se atropelam, quer os líderes dos partidos que suportam o governo, quer os diferentes Secretários de Estado e Ministros. É um corrupio a ver quem é que consegue dizer aos portugueses que «é graças a mim que isto está a acontecer». Mas quando as coisas correm mal, desaparecem todos, não se vê ninguém a dar a cara.” Face a esta postura, o social-democrata afirmou que “governar é difícil, é decidir. E se é preciso coragem para decidir, também é preciso coragem para assumir a responsabilidade das decisões. E aqui as decisões são coletivas e são tomadas pelo governo e são suportadas pelo BE, pelo PCP, pelos Verdes e pelo PS”. Como tal, exigiu o deputado à esquerda, “assumam as vossas responsabilidades, façam e falem menos”.

24-01-2018 Partilhar Recomendar
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