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Atual governo é o “campeão da precariedade”
Álvaro Batista recorda que com este executivo foram criados mais 16 mil contratos precários.
O Parlamento apreciou, esta quarta-feira, uma Petição e várias iniciativas da esquerda no sentido de que sejam adotadas medidas com vista à resolução da situação contratual precária dos técnicos especializados nas escolas. Álvaro Batista, intervindo em nome do PSD, começou por afirmar que PS, PCP e BE não quiseram acabar com a precariedade. Segundo o deputado, estes partidos começaram por fazer um estudo, para “fazer de conta que faziam sem fazer coisa nenhuma”. “Perguntamos, valeu a pena fazer o estudo? Não. O estudo estava errado, pois dos precários anunciados, afinal só havia um quarto. Um quarto, mas já contando com os precários criados pelo campeão da precariedade, que é o atual governo, não os anteriores. Repare-se que é o próprio governo a confessar que os precários aumentaram, entre setembro de 2015 e março de 2017, de 63.000 para 80.000. Estamos a falar de mais 16.000 precários da responsabilidade deste governo, só contratos a prazo. Tendo sido recebidos 28.000 requerimentos de regularização, fica claro que a campeã da criação de precários, afinal, é a esquerda”.
Dirigindo-se às bancadas da esquerda, o social-democrata questionou se estes partidos “não têm vergonha da maioria dos precários ter sido criada pelo atual governo que os senhores aqui apoiam. Deviam ter, senhores deputados. E também deviam ter vergonha de querer integrar, sem concurso, todos os precários que vocês meteram no Estado até ao dia 3 de maio deste ano, maio de 2017, pois é isso mesmo que ficou da Proposta de Lei sobre a regularização, que vocês aprovaram”.
No que respeita à posição do PSD, Álvaro Batista sublinhou que os sociais-democratas consideram que há situações ilegais de precariedade nas escolas, estas têm de ser resolvidas e depressa. “Tem de haver celeridade e tem de haver moralidade, não sendo admissível tratar do mesmo modo as situações de verdadeira precariedade e as dos boys, as das clientelas metidas no estado pelas esquerdas até 3 de maio deste ano, pois estes não são precários verdadeiros, são a imoralidade com que a esquerda está a tratar, mais uma vez, os que querem acreditar na justiça e na igualdade de direitos”, concluiu.

13-12-2017 Partilhar Recomendar
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