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Política Europeia: Miguel Morgado assinala “problema grave de amnésia” de António Costa
O Vice-Presidente da bancada do PSD aproveitou ainda para sublinhar a posição do PSD em relação à entrada de Portugal na Cooperação estruturada Permanente.
No debate preparatório do Conselho Europeu, Miguel Morgado colocou em evidência a mudança de opinião do Primeiro-Ministro em relação à União económica e monetária. Recordando que António Costa disse há 2 anos que este tema era tabu, o Vice-Presidente da bancada do PSD apelou ao governante para que ultrapasse o seu “problema grave de amnésia” e se lembre que as propostas que a Comissão Europeia agora apresenta refletem, em larga escala, o relatório dos 5 Presidentes, que data de junho de 2015, e que contou com propostas do governo liderado pelo PSD. Lembra o social-democrata que, durante um ano, o PSD desafiou o governo a continuar o apoio a estas propostas. “Durante um ano o senhor nada disse sobre o assunto e, finalmente, quando percebeu que não tinha outra estratégia, veio falar que afinal apoiava o Fundo Monetário Europeu, o suporte orçamental para o Fundo de Resolução, um Fundo Europeu de Garantia de Depósitos, tudo propostas de 2015”.
Depois de escutar António Costa afirmar que existem propostas neste pacote com as quais não concorda, o deputado solicitou ao socialista para dizer quais são essas propostas e desafiou o governante a dizer se concorda com a proposta de criar um Ministro das Finanças Europeu.
No que respeita à entrada de Portugal na Cooperação estruturada Permanente, Miguel Morgado anunciou a posição favorável dos sociais-democratas, mas assinalou as três condições do PSD: “esta Cooperação estruturada Permanente não pode constituir uma relação adversarial com a nossa participação na NATO, a evolução da Cooperação estruturada Permanente não deve caminha para a construção de um exército europeu, nem deve obedecer ao princípio da especialização nas valências das forças armadas”.
A terminar, Miguel Morgado frisou que é preciso que haja uma declaração formal que encaminhe a evolução da Cooperação estruturada Permanente para o futuro e que deve estar associada à subscrição portuguesa da notificação.

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