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Desde 2016 que o governo reduz as verbas destinadas à prevenção e combate aos incêndios
Carlos Abreu Amorim recordou que nem nos anos da troika esse valor foi tão reduzido.
No debate do Orçamento do Estado para 2018, Carlos Abreu Amorim devolveu a António Costa a acusação de frustração. De acordo com o Vice-Presidente da bancada do PSD tudo o que António Costa “disse antes de ser Primeiro-Ministro na campanha e na Assembleia da República caiu pela base. Disse que a economia ia crescer pelo consumo e não é isso que está a acontecer. O senhor desdenhou o papel das exportações no crescimento económico e agora é através das exportações que a economia está a crescer. O único motivo de regozijo e de não frustração é que está a ver os partidos da extrema-esquerda radial a comer tudo aquilo que disseram e prometeram em termos programáticos antes, durante e depois das eleições legislativas de 2015”.
De seguida, o parlamentar focou a sua intervenção na tragédia sem precedentes a que Portugal assistiu este ano: os incêndios que causaram 110 mortos e consumiram mais de 500 mil hectares. Segundo o social-democrata o país assistiu a uma “balburdia completa” no sistema de prevenção e combate a incêndios. “Aquilo que o país viu foi falta de liderança por parte das entidades governamentais. Aquilo que o país viu foi falta de coordenação”. Contudo, lembra o deputado, foi o Primeiro-Ministro que, há mais de uma década, montou o sistema do SIRESP. “O senhor é o rosto do SIRESP e nós sabemos o que lhe aconteceu durante este período de incêndios. O senhor Primeiro-Ministro celebrou o contrato dos Kamov e nós sabemos o está a acontecer. O senhor foi quem acabou com os guardas florestais e é reconhecido que os guardas florestais fizeram muita falta neste período de incêndios. O senhor montou a Autoridade Nacional da Proteção Civil, mas nós vemos o que é que as nomeações partidárias fizeram”.
Como se não bastasse os erros cometidos por António Costa quando foi Ministro da Administração Interna, o deputado do PSD afirmou que agora, no papel de Primeiro-Ministro, o governante repete os erros e orçamenta para a prevenção e combate aos incêndios uma verba que nem com o dos anos da troika tem comparação.
A terminar, Carlos Abreu Amorim questionou a António Costa se não reconhece que, para além da incompetência das pessoas que nomeou, “há um nexo entre a tragédia que nos aconteceu e os cortes no sistema de Proteção Civil? Não está arrependido de ter feito estes cortes e com isso ter desarmado o sistema de Proteção Civil?”

02-11-2017 Partilhar Recomendar
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