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Luís Montenegro: “temos a obrigação de dizer ao povo o que é que falhou”
O líder parlamentar do PSD considera que é imperativo tranquilizar o povo português e devolver-lhe a confiança.
No encerramento do debate, agendado pelo PSD, sobre “a segurança, a proteção e a assistência das pessoas no decurso do trágico incêndio de Pedrogão Grande”, Luís Montenegro afirmou ter ficado “satisfeito e atónito” com o debate. “Satisfeito porque o Parlamento tem a obrigação de representar o interesse da população, o interesse dos eleitores e o interesse daqueles que são os destinatários da nossa ação. E escrutinar as decisões políticas e o funcionamento da administração é um dos principais objetivos de um Parlamento. Por isso, creio que não merece sequer resposta dizer que este é um debate menor. E daí eu estou atónito. Estou atónito pela desvalorização que muitos grupos parlamentares aqui fizeram do debate sobre a tragédia que aconteceu. E atónito com aqueles que teimam em querer desviar as atenções das respostas que o país exige para debater a reforma da floresta e querer intoxicar o debate de maneira a que não se responda ao essencial”.
Recordando que morreram 64 pessoas e que há mais de 200 pessoas que estão feridas, algo que “nunca aconteceu até hoje”, o líder parlamentar do PSD enfatizou que “temos a obrigação de dizer ao povo o que é que falhou, mas temos uma obrigação maior: tranquilizar o povo português e devolver-lhe a confiança”.
De seguida, o social-democrata afirmou que houve uma grande descoordenação, “que ainda há hoje”, com contradições entre as entidades e frisou que “hoje há um governo que tem de assumir responsabilidades e que há grupos parlamentares que apoiam esse governo que também têm de assumir as suas responsabilidades”.
A terminar, Luís Montenegro declarou que os partidos que apoiam o governo têm de ter respeito pela opção de PSD de não silenciar esta situação, de dar tranquilidade às pessoas e de instar o governo, pois impõem-se que haja decisões, que haja respostas e impõem-se que as pessoas possam retomar uma ideia de normalidade.

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