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Luís Montenegro acusa o Governo de viver “à custa da herança”
O líder parlamentar do PSD frisou que o executivo tem de colocar Portugal a crescer pelo menos o dobro do que crescemos no ano passado.
No primeiro debate quinzenal após a decisão da Comissão Europeia de recomendar a saída de Portugal do Procedimento por Défice Excessivo, Luís Montenegro começou por recordou que é a terceira vez que nos últimos 15 anos Portugal sai do procedimento por défice excessivo, enfatizando que isto “não é vida para um país”. Recordando a dureza das medidas que tiveram de ser adotadas desde 2010 para que esta saída acontecesse, o líder parlamentar do PSD sublinhou que agora importa não desbaratar o esforço feito.
“É preciso não desbaratar o esforço feito. E crescer muito mais do que em 2016, pelo menos o dobro do que crescemos no ano passado,” disse o social-democrata, felicitando o Governo por “ter dado continuidade a esse caminho de baixar o défice que vinha sendo percorrido desde 2011”.
De seguida, o “líder da bancada laranja” afirmou que o país tem de saber se o Primeiro-Ministro quer deixar de viver dos rendimentos da herança que recebeu, ou se quer acrescentar valor à sua passagem pelo governo para poder projetar o futuro. “Não se esqueça que recebeu um país a crescer, com défice a diminuir e muito, com o desemprego a baixar e tudo isso fruto de várias reformas estruturais feitas de 2011 a 2015. Para além disso, o senhor tem hoje uma conjuntura muito favorável, porque tem a Europa a recuperar economicamente, o preço do petróleo a baixar e vê uma procura turística como nunca tivemos”. Face a esta herança e conjuntura, Luís Montenegro insistiu na questão de saber se António Costa pretende continuar a viver à conta dessa herança e conjuntura, ou se quer aproveitar e projetar o país para um ciclo de crescimento verdadeiramente duradouro e sólido para as próximas décadas.
No que respeita à posição do PCP e do BE, que não festejam a saída de Portugal do procedimento por défice excessivo, o deputado afirmou que estes partidos estão já a projetar a melhor forma para desaproveitar o esforço que fizemos nos últimos anos.
A terminar, Luís Montenegro questionou a António Costa quando é que é finalizado o processo de venda do Novo Banco, em que ponto está o processo de concretização para os lesados do BES, onde está a solução para o crédito malparado e o que levou o governo a criar mais 3900 precários na administração pública.

23-05-2017 Partilhar Recomendar
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