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Alternativa à Nacional 14 é uma obra absolutamente estruturante, necessária e urgente
Jorge Paulo Oliveira lamentou que o governo das esquerdas tenha colocado este projeto na gaveta.
Jorge Paulo Oliveira levou, esta quinta-feira, a Estrada Nacional 14 e a necessidade de uma via alternativa a debate na Assembleia da República. Segundo o social-democrata falar da N14 é falar do principal eixo distribuidor de trânsito para acesso aos portos de mar, ao aeroporto e à rede transeuropeia de autoestradas, para as milhares de empresas. “É falar de uma das maiores concentrações de investimento direto estrangeiro. É falar de uma via que serve aproximadamente um milhão de pessoas. Que atravessa 30 polos industriais onde trabalham cerca de 128 mil pessoas. É falar de uma estrada que suporta diariamente 45 mil veículos, entre eles 6 mil camiões. Falar da N14 é falar de uma via completamente esgotada, insegura e intransitável”.
Tendo em conta este contexto, o social-democrata considera que a construção de uma alternativa viária assume-se como uma obra absolutamente estruturante, necessária e urgente. “Só com a sua construção será possível incrementar o elevado índice industrial situado a norte da Área Metropolitana do Porto e a sul do Vale do Ave”.
Depois de recordar que quando haviam fundos disponíveis e em abundância para o efeito, os governos socialistas do Engenheiro José Sócrates, preferiram outras estradas, outras autoestradas, outros investimentos. “Hoje, como se vê, muitos deles pouco ou nada utilizados. Foi o tempo das autoestradas sem carros e dos aeroportos sem aviões que tiveram o condão de endividarem fortemente o país. Em contrapartida foram esquecidas infraestruturas rodoviárias reprodutivas, facilitadoras do processo exportador e habilitadas a reduzir os custos de contexto das empresas. A alternativa à N14 é disso um bom exemplo”.
Em contrapartida, lembra o social-democrata, com o país a atravessar uma grave crise, o governo do PSD/CDS-PP tinha de encontrar, e encontrou, uma solução infraestrutural diferente da inicial, realista, concertada com os autarcas, menos custosa para o erário público, mas igualmente eficiente. “Por várias razões, a obra foi faseada na sua execução, uma solução que mereceu o aplauso generalizado dos autarcas, dos empresários e das populações. Ainda na vigência do anterior Governo do PSD/CDS-PP, a Infraestruturas de Portugal cabimentou, abriu concurso publico para a execução da primeira fase da obra e iniciou, inclusive, o processo de expropriações bem como os estudos e projetos para as demais fases. Infelizmente, com a tomada de posse do Governo de António Costa, de Catarina Martins e de Jerónimo de Sousa, cedo se percebeu que a maior barreira ao avanço desta importantíssima infraestrutura rodoviária, residia exatamente no próprio Governo”.
Acusando o governo de ter deixado cair a obra, Jorge Paulo Oliveira considerou que o “abandono” da construção da alternativa à N14 não é uma necessidade, não é fruto de nenhuma circunstância imponderável, não ocorre por nenhum impedimento técnico. “É apenas e tão só uma escolha, uma opção política deste governo, escolha e opção política que o governo, por fraqueza, não quer assumir”, rematou.

18-05-2017 Partilhar Recomendar
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