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Brexit: a defesa dos diretos dos portugueses que estão no Reino Unido deve ser a prioridade do governo
Miguel Morgado frisou que não podemos aceitar que o Reino Unido utilize os direitos desses cidadãos como arma negocial.
No debate preparatório do Conselho Europeu, com a participação do Primeiro-Ministro, Miguel Morgado questionou António Costa sobre a saída do Reino Unido da União Europeia. No entender do Vice-Presidente da bancada do PSD, a incerteza e a indefinição são os principais inimigos que a Europa enfrenta. Segundo o deputado, essa incerteza está a afetar já milhares de pessoas, está a causar um impasse económico em relação às empresas e por isso o objetivo mais crucial que estas orientações devem realizar é o de contribuírem para reduzir essa indefinição e incerteza. Tendo em conta este cenário, o deputado frisou que para o PSD a prioridade das prioridades diz respeito aos diretos dos portugueses e cidadãos da União Europeia que foram para o Reino Unido trabalhar e viver.
Dirigindo-se ao Primeiro-Ministro, o deputado foi perentório na afirmação de que “não podemos aceitar que o Reino Unido faço dos direitos que assistem a esses cidadãos uma arma negocial. É preciso garantir, que ao contrário das notícias preocupantes que estamos a receber, que o governo britânico não pode continuar a estar a desencorajar os pedidos de residência. Essas medidas do governo britânico não são aceitáveis”.
Igualmente inaceitável, refere Miguel Morgado, é a utilização da cooperação em matéria de defesa e segurança como arma negocial. “É crucial que haja alguma certeza, definição e confiança entre as instituições para que as respostas conjuntas sejam minimamente eficazes e não podemos aceitar que isto seja tratado em termos condicionais e como arma negocial. A cooperação entre o Reino Unido e a União Europeia em matéria de defesa e segurança é também fundamental”.
A terminar, Miguel Morgado assegurou que “é uma ilusão pensar que conseguiremos levar a bom-porto este processo sem uma ideia clara da Europa que somos e que queremos ser. O primeiro passo para termos essa ideia clara, diz respeito não só à vontade de reformar as instituições europeias, mas também de não nos deixarmos intimidar pelos extremismos políticos, antieuropeístas, de esquerda e de direita”.

26-04-2017 Partilhar Recomendar
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