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Floresta: propostas do governo são uma afronta aos cidadãos, aos proprietários, aos investidores e às associações
Nuno Serra apelou ao Presidente da República para evitar que o governo destrua o setor com estas leis.
No debate de várias iniciativas do governo sobre a floresta, Nuno Serra foi perentório a afirmar que estes diplomas não constituem uma reforma florestal. “Não são a reforma para uma geração, nem para uma década. São sim, uma afronta à floresta porque lhe retira competitividade e produtividade. Mas são também uma afronta aos cidadãos, aos proprietários, aos investidores, às associações do sector e até aos partidos que o suportam o governo porque todos fizeram as suas sugestões e o Sr. Ministro desprezou tudo e todos desconsiderando essas contribuições não fazendo qualquer alteração de substância. E são também uma afronta aos mais de 400 mil proprietários que se veem impedidos de poder ser mais competitivos, de poder rentabilizar os seus terrenos porque o Sr. Ministro preferiu ceder aos Verdes do que permitir mais investimento no setor. E são também uma afronta aos territórios de baixa densidade que irão aumentar as desigualdades para o litoral porque o Sr. Ministro permite transferir as áreas de eucaliptos em zonas menos produtivas do interior para terras mais produtivas no litoral, motivando o abandono dessas terras e a desertificação do interior”.
Tendo em conta este cenário, o Vice-Presidente da bancada do PSD disse ao Ministro que “chega de propaganda. Chega de encenações a fingir que pretende consensos em torno de uma política florestal. Esta pseudorreforma foi feita de costas voltadas para o sector florestal. Foi feita contra os proprietários. Não valoriza as propriedades, nem garante a sustentabilidade da produção florestal”.
Dirigindo-se ao governante, o social-democrata frisou que está na de assumir as suas responsabilidades. “O Sr. Ministro será o responsável por: proibir novas plantações de eucaliptos; secundarizar o papel das associações florestais; limitar o investimento e o crescimento do sector florestal e empobrecer o mundo rural”.
Com o intuito de evitar tal situação, Nuno Serra concluiu a sua intervenção apelando ao Presidente da República para que possa garantir que este tão importante setor não seja destruído com estas leis.

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