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Administração Interna: “não é depois de a casa ser roubada que se vai pôr trancas na porta”
Luís Marques Guedes alertou para a paralisia do governo.
No encerramento do debate com a Ministra da Administração Interna, Luís Marques Guedes afirmou que durante a discussão a Ministra entreteve-se com uma “navegação bélico-doce” com os grupos parlamentares que a apoiam, pela agenda sindical das forças de segurança, pouco ou nada falando relativamente ao que verdadeiramente interessa. Já no que respeita às questões colocadas pelos grupos parlamentares da oposição, o social-democrata referiu que a Ministra primeiro procurou fingir-se de vítima relativamente às circunstâncias que acontecem e depois passou para o habitual passa-culpas. “Foi assim relativamente à recuperação dos meios aéreos para o combate aos incêndios. Diz a senhora Ministra que não é como gostaria, mas que os concursos públicos são muito complicados e já lá vai um ano e meio e fica tudo da mesma. A senhora tem de perceber que este já é o segundo ano de época de incêndios que a senhora vai enfrentar”.
O mesmo acontece, adianta o deputado, em relação à dotação necessária aos Serviços de Informação dos meios adequados e em relação à criação de um Ponto Único de Contato, mais duas áreas em que vão passando os meses e as soluções continuam sem ser implementadas.
A terminar, Luís Marques Guedes referiu-se também à violência nos espetáculos desportivos e concluiu afirmando que no PSD “gostávamos que não fosse preciso acontecer um acidente grave neste país para que o governo começasse a assumir as suas responsabilidades. Não é depois de a casa ser roubada que se vai pôr trancas na porta”, rematou.

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