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Governo deu borla fiscal às grandes empresas e aumentou os combustíveis para as famílias
Emídio Guerreiro frisou que também no sector da energia este governo social-comunista está a penalizar os portugueses.
No encerramento do debate sobre energia, Emídio Guerreiro acusou a maioria “social-comunista” que apoia o governo de tentar rescrever a história. Frisando que estes partidos esqueceram propositadamente os erros cometidos no passado e os esforços feitos entre 2011 e 2015 para corrigir esses erros, o deputado recordou que durante o governo liderado por Passos Coelho assistimos a um corte nas rendas do sector da energia. “Destacava também a aposta nas energias renováveis, sem custos para os contribuintes, a generalização dos combustíveis low-cost, o alargamento da tarifa social de eletricidade e a aprovação do compromisso para o Crescimento Verde”.
Lamentando que para a esquerda nada disto interesse, o social-democrata prosseguiu a sua intervenção referindo que a atual maioria, que prometeu ser unida e credível, também na política energética não o tem sido. “As contradições entre as posições políticas dos diferentes partidos que apoiam o governo são notórias, as iniciativas legislativas diversas e as respetivas votações assim o comprovam. O recente desentendimento, no que se refere à prospeção e exploração de petróleo, é apenas mais um exemplo de que algo não vai bem na maioria social-comunista”.
A consequência, adianta o deputado, “é uma borla fiscal de centenas de milhões de euros às grandes empresas e um aumento dos combustíveis para as famílias empresas. Uma história vergonhosa de um imposto adicional sobre os combustíveis, que seria revisto trimestralmente, e que afinal veio para ficar e a todos penalizar”. Tendo em conta este cenário, Emídio Guerreiro frisou que é também devido a estes “tristes episódios” que o PSD olha para o futuro com preocupação.
A terminar, o parlamentar afirmou que o país, os cidadãos e as empresas não podem esperar mais. “É este o desafio que deixamos: façam. Deixem-se de conversa e governem. Afinal onde está a maioria estável, credível e duradoura”, questionou.

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