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Dívida pública: “o Governo está a jogar à lotaria com o nosso futuro”
Inês Domingos considera que a atuação do executivo, nesta como em outras matérias, “é o reflexo de uma política imediatista, sem olhar às consequências para o futuro”.
“A dívida é um problema importante que é preciso enfrentar com responsabilidade e prudência. O debate de hoje deve servir para isso, para compreender quais são as ações que temos de promover e quais são as que devemos rejeitar, sob pena de causar ainda mais problemas e de piorar a situação das famílias”. Foi com estas palavras que Inês Domingos iniciou a sua intervenção, esta quinta-feira, no debate de urgência sobre a Dívida pública.
Refere a deputada que apesar do peso da dívida portuguesa, privada e pública, ser claramente excessivo em Portugal, “o Governo está a jogar à lotaria com o nosso futuro. A atuação do Governo na matéria da dívida, como noutras, é o reflexo de uma política imediatista, sem olhar às consequências para o futuro, sem visão para o país no longo prazo. Infelizmente, a relação dos Governos do PS com a dívida é como aquele filme em que o protagonista acorda todos os dias para reviver o mesmo dia exatamente da mesma maneira. O filme tem graça. O PS nem por isso. Com o PS os portugueses acordam todos os dias para ver o mesmo filme, de mais dívida, mais risco, menos prudência”.
Para comprovar a má governação socialista, a deputada elencou alguns dos resultados alcançados desde que este Governo que entrou em funções: “a dívida aumentou: em 2016 foram mais 8 mil milhões. O custo da dívida aumentou: em 2017 a taxa nas emissões de obrigações subiu mais de 50% face a 2015. É o equivalente para uma família que tem um pagamento de 1000 euros ao banco passar a pagar 1500 euros. Mais, cada emissão de dívida nova não só é mais cara, como tem maturidade mais curta. Isto quer dizer que os investidores, para nos emprestarem dinheiro durante menos tempo pedem juros cada vez mais elevados. O custo da dívida face aos outros países europeus também aumentou. A diferença da taxa de juro face à Alemanha é de 3,75 pontos percentuais em Portugal, quando na maioria dos outros países desceu. É o valor mais alto da Europa, de longe”.
Sublinhando que este é um problema nacional, a deputada questionou ao governo que confiança pensam transmitir às famílias, aos aforradores e aos investidores na hora de comprar a dívida portuguesa neste momento. “Quando o crescimento foi muito abaixo do esperado e pior do que no ano anterior? Que confiança? Quando a dívida sobe em vez de descer? Que confiança? Quando as reformas estruturais estarão paradas ou foram revertidas? Que confiança? Quando o saldo estrutural deixou de melhorar? Que confiança transmitem com esta conversa de reestruturação unilateral da dívida?”
Enquanto tudo isto acontece, remata Inês Domingos, “a geringonça está unida, desde o PS radical ao bloco, e ameaçam de uma forma totalmente irresponsável com a reestruturação da dívida, que é uma maneira suave de dizer que querem declarar ou entrar em incumprimento”.

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