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CGD: Luís Montenegro denuncia “privatização geringonçada”
No debate quinzenal, o social-democrata questionou o Primeiro-Ministro sobre o encerramento dos balcões da Caixa e sobre a reforma curricular anunciada pelo Secretário de Estado da Educação.
No início do debate quinzenal com o Primeiro-Ministro, Luís Montenegro fez questão de fazer “um ponto prévio” sobre as declarações do Presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem. O social-democrata repudiou as afirmações, que classificou como indignas e inaceitáveis, e defendeu o afastamento do socialista do cargo que ocupa. “Repudiamos com toda a veemência as declarações do presidente do Eurogrupo, venham de um socialista, como é o caso, ou de um responsável de outra família política, este tipo de declaração é impróprio, indigno e inaceitável”. O líder da bancada do PSD criticou as declarações quer na forma, dizendo que “graçolas de mau gosto não se coadunam com a dignidade de cargos e instituições”, quer no conteúdo. “Não aceitamos que se desmereça o esforço e sacrifícios dos portugueses que, com muito esforço, contribuíram para a recuperação do país. Quem não respeita isto só tem um caminho e o caminho é ir embora", disse.
De seguida, o social-democrata centrou a sua intervenção na reforma curricular anunciada pelo Secretário de Estado da Educação. Refere o líder da “bancada laranja” que essa reforma pretendia dar mais carga horária a umas disciplinas, em detrimento do português e da matemática. Questionando ao Primeiro-Ministro se concorda com esta posição que vai levar mais instabilidade à escola, Luís Montenegro frisou que todas as avaliações apontam para resultados francamente positivos por efeito do reforço da aprendizagem da matemática, do português e das ciências. “Diga ao país que houve reformas na área da educação que foram bem-feitas, que trouxeram resultados positivos aos alunos, ao ambiente escolar e que é preciso preservar”, desafiou o deputado.
A terminar, Luís Montenegro referiu-se ao processo de capitalização da CGD. Segundo o líder parlamentar do PSD a emissão de obrigações da CGD em curso - obrigações perpétuas e para investidores institucionais - configura “uma espécie de empréstimo permanente” ao banco público. “A curiosidade é que esta é uma capitalização às esquerdas, se fosse feita por nós levantavam-se todas as vozes a dizer que está em curso uma privatização encapotada. Agora o que está em curso é uma privatização geringonçada, é a nova modalidade que PS, PCP e BE apoiam neste parlamento”, defendeu. O social-democrata quis ainda saber quais as orientações que o governo deu à administração da CGD e quais os critérios para o encerramento de balcões do banco público.

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