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Ministro das Finanças defende a subordinação política dos reguladores e supervisores ao governo
Duarte Pacheco considerou que isto é “inaceitável” e “altamente preocupante para o Estado democrático”.
No debate sobre supervisão bancária, Duarte Pacheco considerou a intervenção do Ministro das Finanças “altamente preocupante para o Estado democrático”. Segundo o social-democrata, Mário Centeno “mostrou que acredita naquela velha frase «o Estado sou eu» e por isso defende, não a colaboração, mas a subordinação política dos reguladores e supervisores ao governo. Isto é inaceitável”. Perante tal intenção do governante, o social-democrata acusou o Ministro de adaptar uma frase antiga para: “quem se meter com a geringonça leva”. Têm que estar dependentes de nós e se nos criticarem levam”.
De seguida, o parlamentar criticou a tentativa da esquerda de procurar rescrever a história, e acusou os deputados de esquecerem o cenário que o governo liderado pelo PSD encontrou e aquele que entregou ao atual governo. De igual modo, comparou a atuação do governo liderado por Passos Coelho em relação ao BES, numa resolução que até o atual Primeiro-Ministro já reconheceu que não teve custos para os contribuintes, com a que o atual governo teve em relação ao BANIF, que custou aos portugueses 3 mil milhões de euros.
A terminar, Duarte Pacheco, a propósito da recapitalização da Caixa que era considerada tão importante pelo governo, recordou que já passaram 18 meses e esta ainda não arrancou. “Conversa há muita, resolução de problemas é que é muito pouca”, concluiu.

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