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Se o governo continuar com estas políticas a sustentabilidade do SNS não estará assegurada
Luís Vales acusou comunistas e bloquistas de agora não estarem preocupados com os trabalhadores com pagamentos em atraso.
No debate sobre a Reforma do Estado e Acesso aos Serviços Públicos, Luís Vales recordou que a palavra Igualdade era muito utilizada pelos partidos da extrema-esquerda. “Utilizavam até linguagem bélica para defender os direitos dos trabalhadores. Quem não se lembra do «atentado aos direitos dos trabalhadores», da defesa de uma política «patriótica e de esquerda» que o PCP e o Bloco tanto defendiam? Pois bem, era só conversa”.
Refere o deputado que estes partidos dizem que que os profissionais do Serviço Nacional de Saúde trabalham 35 horas, esquecendo-se que uma grande parte trabalha 40 horas. “Os senhores, que tantas visitas faziam aos Serviços de Saúde, agora ninguém os vê. Sabem que estes profissionais não trabalham as 35 horas? Trabalham 40, 45, 50 horas por semana. E sabem porquê? Não sabem porque agora abandonaram a Rua. Os senhores agora defendem os trabalhadores a partir de São Bento”. Dirigindo-se aos deputados da extrema-esquerda, o social-democrata recordou que como tiveram muita pressa em colocar no papel o regresso às 35 horas, agora os trabalhadores têm de fazer trabalho extraordinário. “E sabem que mais? Os pagamentos deste trabalho está atrasado em vários meses. Onde está a defesa dos trabalhadores? Onde esta a igualdade que os senhores tanto defendiam? A acrescentar a tudo isto o Ministro da Saúde anunciou, com pompa e circunstância, que vai obrigar os médicos com mais de 55 anos a fazer urgências por mais 10 meses. Enchem a boca com as 35 horas de trabalho, mas depois obrigam os profissionais a trabalhar mais horas. Os senhores limitaram os recursos do Serviço Nacional de Saúde e agora obrigam os médicos a trabalhar mais tempo”.
De seguida, o deputado alertou para o recurso a médicos tarefeiros e a empresas externas nas urgências, que tem aumentado brutalmente. “Estamos de regresso aos Ministérios da Saúde do engenheiro José Sócrates. Este ano andaram a desbaratar os recursos do Ministério da Saúde e chegaram ao final no ano com um défice de 420 Milhões”.
A terminar, Luís Vales frisou que se o governo continuar com estas políticas, a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde não estará assegurada e aí o acesso ao serviço público de saúde estará definitivamente em risco.

23-02-2017 Partilhar Recomendar
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