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“As esquerdas não têm um projeto comum a olhar para o futuro de Portugal”
No debate sobre a “Reforma do Estado e Acesso aos Serviços Públicos”, Hugo Soares frisou que “o governo das esquerdas é o inimigo dos serviços públicos”.
“Quase ano e meio após o início da governação de PS, PCP e BE, é tempo de confrontar o Governo com a sua própria inação. Mais de um ano depois, Portugal já percebeu que tem um Governo sem visão de futuro. Eu diria mesmo um Governo de mera intendência. O País parou; e quando não está parado anda para trás. Chamamos, por isso, hoje o Governo ao Parlamento para perguntar: que reforma, que medida estrutural, que caminho apontam aos Portugueses? Que ideia de futuro tem o Governo?” Estas foram as palavras iniciais de Hugo Soares no debate, agendado pelo PSD, sobre a “Reforma do Estado e Acesso aos Serviços Públicos”.
De seguida, o Vice-Presidente da bancada do PSD criticou o imobilismo e incapacidade reformista deste governo, frisando que “em Portugal há aqueles que só querem voltar para trás, que só pensam na sua situação, na sua sobrevivência, que revertem a olhar para o passado e não têm projeto para o futuro”. Sublinhando que “as esquerdas não têm um projeto comum a olhar para o futuro de Portugal”, o deputado enfatizou que “as esquerdas, mais do que governar e reformar, mais do que explicar e fundamentar a ação governativa, se entretém a fazer oposição à oposição. É um Governo de entretém”.
Em sentido oposto, refere, há os que querem continuar a reformar o País. “A empreender, a transformar, a construir futuro e progresso. Aqueles que veem e pensam para além da espuma dos dias, aqueles que se recusam a baixar o nível do debate político, aqueles que não vivem de populismos estéreis e efémeros. Aqueles, que como o PSD, levam Portugal a sério”.
“O anterior Governo, ainda que atravessando uma das maiores, senão a maior crise financeira da nossa Democracia, lançou um conjunto de reformas que são alicerces da construção de uma sociedade mais justa e livre, mas sobretudo de um Estado mais transparente e amigo do cidadão. Nós quisemos um Estado que distinguia positivamente as famílias na cobrança de impostos: quociente familiar. Os senhores voltaram atrás. Nós quisemos um Estado que queria cobrar menos impostos às empresas e com isso criar mais riqueza e mais emprego: reforma do IRC. Os senhores: voltaram atrás. Nós quisemos um Estado onde as pessoas são escolhidas pelo mérito e pela sua capacidade: criação da CRESAP. Os senhores querem voltar atrás. Nós quisemos um Estado onde a exigência, o rigor e as competências visavam distinguir a escola pública. Os senhores: voltaram atrás. Nós quisemos um Estado que pagava a tempo e horas e honrava os seus compromissos. Os senhores voltaram atrás. Em suma, este é um Governo retrógrado, incapaz de construir em cima do que foi feito. É um Governo que sem qualquer avaliação, apenas numa lógica revanchista, tem apenas um objetivo: desfazer as reformas que foram feitas”.
Depois de afirmar que quando não se reforma o Estado e a administração quem perde são os cidadãos, Hugo Soares declarou que esta inação resulta em serviços públicos que atingem o grau de degradação a que assistimos e que é por isso que o acesso aos mais elementares serviços públicos está pior. “Ironia suprema da retórica política, o governo das esquerdas é o inimigo dos serviços públicos. Verdade, das verdades: hoje a escola pública está pior; hoje o serviço nacional de saúde está pior; hoje os transportes públicos estão piores. Hoje, a segurança pública está pior. Os serviços estão piores e custam mais aos portugueses. E esse é o preço da falta de uma visão reformista deste Governo”.
A terminar, Hugo Soares acusou o PS, BE e PCP de “querem uma administração ao serviço da sua sobrevivência política”.
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