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Luís Montenegro considera que a gestão da dívida feita pelo Governo “é um desastre”
O líder parlamentar do PSD acusou ainda o Ministro das Finanças de ter mentido sobre demissão de António Domingues.
Após assistir ao Primeiro-Ministro a anunciar pela terceira vez as mesmas medidas, Luís Montenegro foi perentório em afirmar que “a escola Sócrates voltou”. “O senhor vem hoje, pela terceira vez, anunciar os mesmos programas, as mesmas medidas, sempre com um embrulho um bocadinho diferente para parecer que é novo, mas no fundo a confessar que perdemos um ano e que estamos hoje exatamente no mesmo ponto em que estávamos há um ano. É o regresso dos programinhas, dos PowerPoints, é o regresso da fantasia”, afirmou o líder parlamentar do PSD no início da sua intervenção no debate quinzenal.
De seguida, o social-democrata focou a sua intervenção nos números do abandono escolar precoce. Segundo o social-democrata 2016 “foi o primeiro ano desde 2010 em que o abandono escolar cresceu. Desde 2011 o abandono escolar decresceu todos os anos. Já se interrogou o que é que terá acontecido em 2016? Será que isto não tem nada a ver com o desinvestimento que o Governo fez no ensino profissional? Será que isto não tem nada a ver com as reversões das reformas que foram introduzidas no sistema de educação”, questionou o deputado.
O segundo tema levado por Montenegro a debate foi o da competitividade e financiamento da nossa economia. Recorda o líder da “bancada laranja” que Portugal foi hoje ao mercado e fez “uma emissão de dívida de 630 milhões de euros a 5 anos. Em agosto pagámos 1,8% de juros para uma emissão de dívida semelhante, hoje pagámos 2,75%, um acréscimo de mais 47% do custo do juro. A 7 anos colocámos 550 milhões de euros, em junho pagámos 1,84%, hoje pagámos 3,67%, o dobro. Isto quer dizer que estamos a substituir dívida antiga por dívida nova, sendo que a nova é mais cara. Isto quer dizer que a trajetória que vínhamos percorrendo de diminuição das nossas taxas de juro se inverteu. Isto quer dizer dificuldades para o financiamento das empresas, isto quer dizer dificuldades para o financiamento do Estado, isto quer dizer que há um preço a pagar por causa da sua política económica”.
Dirigindo-se a António Costa, o social-democrata foi claro em afirmar que “a gestão da dívida do seu Governo é um desastre e tem de acordar para este problema porque isto lhe vai rebentar nas mãos”.
A terminar, Luís Montenegro desafiou o Primeiro-Ministro a esclarecer se sabia ou não do acordo entre Mário Centeno e António Domingues. Segundo o parlamentar as “notícias que vieram hoje a público demonstram que o Ministro das Finanças mentiu sobre o processo”. O líder da bancada parlamentar do PSD recordou uma intervenção de António Costa, em pleno debate quinzenal, onde o Primeiro-Ministro considerou a demissão de António Domingues “estranha”. Então, atirou Montenegro, o Primeiro-Ministro “não estranha que o Ministro das Finanças tenha ocultado o teor da correspondência que trocou com o anterior Presidente da Caixa? Ou afinal o senhor Primeiro-Ministro sabia?”, questionou.

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