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Governo tem de dizer onde é que vai cortar de forma permanente 445 milhões de euros
Hugo Lopes Soares acusou ainda os partidos da esquerda de caucionarem um Orçamento que leva os serviços públicos à razia total.
No encerramento do debate de atualidade, agendado pelo PSD, sobre “a realidade a impor-se: as implicações das cativações orçamentais nos serviços públicos”, Hugo Lopes Soares afirmou que “o Governo, o BE, o PCP, os Verdes e o PS demonstraram bem o que os portugueses disseram no dia 5 de outubro de 2015: eles têm mesmo jeito é para estar na oposição, agarrados ao passado, porque na verdade, sobre o futuro, não têm nada para acrescentar”.
Dirigindo-se ao partidos que sustentam o Governo, o Vice-Presidente da bancada do PSD enfatizou que a legitimidade dos sociais-democratas para trazer este debate ao Parlamento vem do facto do PSD, nos últimos 4 anos, ter salvo “os serviços públicos que os senhores deixaram na bancarrota. A legitimidade desta bancada vem de quem tirou o país da situação da pré-bancarrota”.
De seguida, o deputado lamentou que o Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares tenha perdido a oportunidade de esclarecer o Parlamento e o país de onde é que o Governo vai deixar de gastar 445 milhões de euros. “Nós ouvimos o Diretor-Geral dos Serviços Prisionais dizer que não tem dinheiro para pagar as alimentações dos presos. Ouvimos os hospitais dizer que estão em situação de emergência. Ouvimos as Infraestruturas de Portugal a dizer que para cumprir contratos e para reparar as estradas não tem dinheiro. Ouvimos as pessoas queixarem-se que nem sequer há papel para os bilhetes públicos poderem ser emitidos. E o senhor Secretário de Estado tem o topete de não dizer aos portugueses onde é que o Governo está a cortar”.
A terminar, Hugo Lopes Soares desafiou o governante a esclarecer onde é que o Governo vai cortar de forma permanente 445 milhões de euros, e acusou o BE e o PCP de tentarem atirar areia para os olhos dos portugueses para poderem caucionar um Orçamento que continua esta saga de políticas erradas e de levar os serviços públicos à razia total.

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