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“Estamos perante uma estalinização do ensino em Portugal”
Simão Ribeiro acusou o Executivo de estar “subjugado a uma visão ideológica, retrógrada e fanática”.
“No final deste ano letivo é já evidente que na educação o virar de página não é mais do que um retrocesso. É evidente a enorme dissonância entre o que prometeram, o que anunciam e o que realmente fazem. Como diz o povo, não basta parecer: é preciso ser”. Estas foram as palavras inicias de Simão Ribeiro na sessão de encerramento da Interpelação ao Governo sobre o “Balanço do Ano Escolar”.
De seguida, o parlamentar frisou que “o novo tempo não é mais do que mera estratégia de comunicação política. O que antes acusavam ser uma «opção ideológica de desinvestimento» agora transforma-se num suave "não se pode fazer milagres". O que antes era desinvestimento hoje é poupança. O vosso novo tempo é dar o dito por não dito. O vosso tempo novo é aquele em que assistimos ao PS a atraiçoar a sua história, o seu próprio pensamento em nome da sobrevivência política. Tirando a vossa retórica redonda, de prepotente oposição à escolha das famílias e à autonomia das escolas, o que fica é o vazio de conteúdo, uma ausência de rumo consequente, e um conceito de diálogo que se cinge ao que é estabelecido com uma estrutura sindical. Mas atenção: os parceiros da educação são mais do que um mero sindicalista comunista: são as famílias, as instituições de solidariedade, as cooperativas, as associações, as empresas, os diretores, as escolas, os órgãos consultivos, os municípios. Um não pode ser mais importante que os outros, especialmente quando todos os outros contribuem bem mais para o sucesso do ensino público em Portugal”.
Depois de elencar várias medidas implementadas pelo anterior Governo em matéria educativa e a respetiva crítica da esquerda parlamentar, o líder da JSD afirmou que a atual equipa ministerial está a realmente a fazer na educação é retroceder em toda a linha. “Retroceder na autonomia; retroceder na transparência, retroceder no rigor, retroceder na confiança, retroceder para o regresso à via única que tão maus resultados deu no passado, retroceder para a lei da rolha. Este é o tempo da opacidade, do centralismo, do autoritarismo, da cedência a uma agenda sindical que desconfia das famílias, dos diretores, das escolas, das instituições, das empresas e da sociedade. Estamos perante uma estalinização do ensino em Portugal”.
A terminar, Simão Ribeiro afirmou que o preço que os jovens portugueses terão de pagar devido à arrogância, desnorte e prepotência do Governo será demasiado alto. “Um Governo que teve a oportunidade de arrepiar caminho, mas que não o fez por estar subjugado a uma visão ideológica retrógrada e fanática. Tudo em nome de uma sobrevivência política de um Primeiro-Ministro que o povo não quis e não escolheu”.
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