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“Este Governo é como um barco à deriva, empurrado pelos ventos que sopram da esquerda”
José Matos Rosa alertou para a possibilidade deste vento levar o país a “embater nas rochas e a encalhar”.
“Se dúvidas houvesse, o 36º Congresso Nacional do PSD deixou bem claro que somos a única força partidária que pensa verdadeiramente no futuro. Se dúvidas houvesse, ficou muito claro que o PSD tem um projeto reformista e desenvolvimento para Portugal, ao serviço dos portugueses. Sem pressa de sermos novamente governo, mas com a urgência de quem quer resolver os problemas de Portugal. O PSD relançou o seu compromisso reformista com os portugueses”. Estas foram as palavras iniciais de José Matos Rosa, numa declaração política em nome do PSD, em que fez um balanço do Congresso dos sociais-democratas.
Relativamente a esse compromisso com os portugueses, o Secretário-Geral do PSD afirmou que se trata de colocar “os portugueses no centro das decisões e das ações políticas. Um compromisso que opta por assumir as dificuldades e os desafios que Portugal ainda tem pela frente e que opta por dizer a verdade aos portugueses. Um compromisso que opta por relegar a superficialidade e que se concentra no essencial. Foi um momento de construção interna que contribuirá para a construção de um Portugal ambicioso, de um Portugal mais forte. Se dúvidas houvesse, ficou muito claro que o PSD é o partido em melhores condições para liderar a agenda reformista de que Portugal tanto precisa para crescer e criar emprego. No PSD, construímos um projeto que possa oferecer aos portugueses melhores condições de vida e horizontes de realização”.
Sublinhando que ficou claro que só o PSD tem um projeto verdadeiramente reformista para Portugal, o deputado frisou que “é absolutamente claro que temos uma estratégia para o País, tanto mais quando olhamos para o atual governo e vemos que se move à deriva, semana após semana. Absorve as propostas das esquerdas quando é preciso. Tapa cada reivindicação dos sindicatos com reversões. Aos problemas da economia responde com falsas soluções e sem inovação estratégica. Sejamos também nós claros: este governo não governa. A sua única missão é desfazer o que foi feito atrás de si, não obstante os bons resultados reconhecidos cá dentro e lá fora. Este governo é como um barco à deriva, empurrado pelos ventos que sopram da esquerda. A ver se não leva o país a embater nas rochas e a encalhar”.
Face a este cenário, José Matos Rosa afirmou que cada dia fica mais claro que, com este governo, o País precisa de uma oposição ativa, fiscalizadora e atenta. “É assim o PSD: o partido líder da oposição, construtivo quando deve sê-lo mas sem ceder nas suas convicções. Porque respondemos a um mandato e às expectativas dos portugueses que nos elegeram para aqui estarmos. Temos iniciativa política e ainda hoje começámos a apresentar um conjunto de seis projetos de resolução para melhorar a vida dos portugueses com propostas concretas. Hoje, deixámos à consideração do Governo quase 70 propostas para a capitalização de empresas e a qualificação dos portugueses. Fica provado assim que não fazemos política do faz-de-conta, como outros que se limitam a apresentar power points. Não trocamos a força das nossas ideias pelo timing político. Não temos pressa mas temos garra. Por isso mesmo, insistimos em matérias que consideramos urgentes”.
A terminar, Matos Rosa afirmou que o PSD é “um partido reformista. Não estamos presos ao passado. Queremos construir um Portugal melhor para todos os portugueses. E temos a coragem de o dizer. Dizem que querem construir consensos, mas fecham-nos as portas do diálogo. Pedem-nos propostas, mas dizem logo que nem querem falar sobre elas, ainda nem conhecendo o seu conteúdo. Falar é fácil. Mas a democracia não se diz, faz-se. E faz-se com transparência, sem tentar manipular a verdade consoante nos dá mais jeito. Por isso, continuamos disponíveis para falar do que interessa, com todos os partidos. Porque acima de tudo, tem que estar Portugal”.

06-04-2016 Partilhar Recomendar
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