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Miguel Frasquilho acusa o Governo de fazer “uma marosca”
Deputado do PSD refere-se às alterações na forma de contabilização das contribuições dos funcionários públicos para a Caixa Geral de Aposentações

Miguel Frasquilho considera que a alteração metodológica na forma de contabilização das contribuições dos funcionários públicos para a Caixa Geral de Aposentações é “uma marosca”. Segundo o deputado do PSD “dir-se-á que à primeira foi um lapso – mas, ao reincidir, o Governo revela desonestidade intelectual e técnica – ou, como diz o povo, uma marosca, que nunca devia sequer passar pela cabeça de quem governa, que era suposto dar o exemplo”.

Durante a discussão na generalidade do Orçamento do Estado para 2010, Miguel Frasquilho declarou este “é o corolário de 5 anos de uma política económica em geral, e orçamental em particular, que foi errada, que empobreceu o País, minou a sua competitividade, contribuiu para um endividamento record, e acentuou as desigualdades sociais. Uma política, que segundo o deputado, “sempre mereceu fortes críticas da parte do PSD” e que apresenta uns “resultados catastróficos”. Exemplos desse fracasso são, segundo Miguel Frasquilho, “o crescimento económico reduzido; Portugal divergiu da média europeia, tornando-se mais pobre; o desemprego atingiu níveis record, arrastando consigo uma situação de verdadeira emergência social; o endividamento externo não parou de crescer”. “É este o resultado bem visível de cinco anos de governação socialista”, acrescentou.

Para o Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PSD não houve uma consolidação orçamental: “Tornou-se evidente que a consolidação orçamental estava por fazer e o défice disparou, atingindo 9.3% do PIB em 2009 – o maior défice em democracia”, e acrescentou que só “no ano passado, o Estado endividou-se ao impressionante ritmo de cerca de 1 milhão e 750 mil euros por hora”. O endividamento externo é mesmo, segundo o deputado, “o maior problema que o nosso país enfrenta”.

Segundo Miguel Frasquilho se o PSD fosse Governo “assentaria as suas opções numa política destinada a promover o investimento e as exportações e, sobretudo, no apoio às Pequenas e Médias Empresas”.

O social-democrata aguarda “com expectativa” a apresentação do Programa de Estabilidade e Crescimento , “que nunca antes como agora, terá um carácter tão decisivo para oferecer garantias e tranquilizar os observadores internacionais e os mercados, aliviando a pressão negativa dos holofotes que hoje incidem sobre Portugal”. E é precisamente porque o enquadramento externo que Portugal enfrenta é inegavelmente difícil que o PSD decidiu viabilizar o Orçamento para 2010.

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