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“Este é o Orçamento da recuperação do rendimento e do poder de compra”
Luís Montenegro considera que “este Orçamento concretiza a mudança e renova a esperança perante os portugueses”.

Luís Montenegro enfatizou, esta quinta-feira, que “este Orçamento está a ser discutido sem troika em Portugal, a troika que o PS chamou quando estava atrapalhado com as contas públicas”. No início do debate do Orçamento do Estado para 2015, o Presidente do Grupo Parlamentar do PSD pediu aos socialistas para abandonarem o mundo imaginário cor-de-rosa em que vivem e reconhecerem a atual realidade do país. “Não é imaginação, este é o Orçamento do Estado que perspetiva para Portugal o mais baixo défice desde o 25 de Abril. Este é o Orçamento da recuperação do rendimento e do poder de compra, que incorpora o aumento do salário mínimo nacional que o PS congelou, que incorpora a recuperação do rendimento dos funcionários públicos que o PS diminuiu, que incorpora a reposição do rendimento dos pensionistas, que elimina a contribuição extraordinária de solidariedade que é do tempo do PS. É preciso muita ousadia para, perante factos, dizer que estamos a viver num país imaginário”.

De seguida, o social-democrata lembrou que este Orçamento diminui a despesa pública e que tem uma forte componente de justiça social, pois, ao contrário do tal país cor-de-rosa, este Orçamento atualiza as pensões mínimas, sociais e rurais congeladas pelo PS.

Lembrando várias das medidas do Orçamento que concretizam a justiça social deste documento, o líder da “bancada laranja” recordou igualmente que este é um Orçamento de crescimento e de recuperação. “A nossa economia vai crescer pelo segundo ano consecutivo e vai crescer mais do que a zona euro. Vamos recuperar capacidade de investimento. Vamos dar continuidade a uma política de reforço da nossa competitividade. Este Orçamento concretiza a mudança em Portugal e renova a esperança perante os portugueses”.

A terminar, Luís Montenegro dirigiu-se ao Primeiro-Ministro e reconheceu que é difícil governar com tanta exigência e impor o ímpeto reformista aos que querem que tudo continue na mesma. “É difícil, mas é ambicioso e necessário. E a verdade é que durante este período todos os dirigentes da oposição, em particular os do PS, acharam que Portugal não tinha capacidade de cumprir os seus objetivos, achava que Portugal não iria sair da recessão e que estava numa espiral recessiva. Esse país imaginário, os portugueses rejeitaram e estão a construir um Portugal de futuro”, concluiu.

30-10-2014 Partilhar Recomendar
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