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O PSD e o Governo defendem os pensionistas e os sistemas de pensões
A garantia foi deixada por Adão Silva no Plenário.

O Parlamento reapreciou, esta quarta-feira, o Decreto que estabelece mecanismos de convergência do regime de proteção social da função pública com o regime geral da segurança social e que revoga normas que estabelecem acréscimos de tempo de serviço para efeitos de aposentação no âmbito da Caixa Geral de Aposentações.

Intervindo em nome do PSD, Adão Silva começou por sublinhar que contrariamente ao que foi dito pelos socialistas, o PSD e o Governo defendem com realismo os pensionistas, os sistemas de pensões e o sistema social em geral. “Defendemo-lo com realismo e verdade. Defendemo-lo porque defendemos o equilíbrio das finanças públicas, umas finanças públicas equilibradas sem as quais não há futuro para as pensões em Portugal”.

Para atestar a necessidade desse equilíbrio financeiro, o Vice-Presidente da bancada do PSD recordou que os gastos com pensões em 2013 ascendiam já a 36% da despesa primária, quando em 2003 se ficavam por 23%. Já a evolução da despesa das pensões face ao produto interno bruto revela que se passou de 10% em 2003, para 15% em 2013. Assim, o social-democrata afirmou que é necessário fazer uma reflexão serena e sábia para garantir as pensões do sistema de pensões em Portugal.

De seguida, o parlamentar recordou que a economia é um dos fatores cruciais para garantir o futuro das pensões, o que levou o social-democrata a lembrar que os socialistas destroçaram a economia portuguesa. Contudo, recorda, estamos a mudar o rumo e os últimos dados que sobre o crescimento da economia são estimulantes, tal como os do crescimento do emprego. “Mudámos o rumo, graças ao empenho deste Governo que foi capaz de contrariar o estado destroçado em que deixaram o emprego e a economia”.

A terminar, Adão Silva apelou ao PS para que, depois de terem assinado o memorando do resgate, agora assinem como Governo e com os parceiros sociais o memorando da confiança e do compromisso.

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