De acordo com a Universidade Católica, o valor de 9,3 por cento de défice nas contas do Estado é “surpreendente” e poderia corresponder a um “esforço do Governo no sentido de imputar às contas de 2009 o máximo de défice possível” com vista a “tornar mais evidente a trajectória de redução do défice em 2010 e nos próximos anos”.