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Cativações: Infraestruturas de Portugal executou apenas cerca de 50% dos investimentos previstos
António Topa afirmou que os relatórios confirmam que com este governo o investimento registou uma descida de 22%.

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Infraestruturas Públicas encontram-se em total degradação
Joel Sá sublinhou que “este é um governo de muita propaganda e pouca obra”.
Na Interpelação ao Governo sobre Infraestruturas Públicas, Joel Sá enfatizou que o governo cria a ilusão aos portugueses que está tudo bem, mas o que é facto é que “as infraestruturas se encontram em total degradação”.
De acordo com o deputado, “este é um governo de muita propaganda e muitos anúncios e pouca obra. Um governo que é Rei das Cativações. Um Estado que falha a sua missão de garantir a proteção e segurança das pessoas e bens. Como sabemos, em alguns casos com consequências reais e noutros adivinha-se. Os incêndios de junho e outubro de 2017 onde morreram 115 pessoas e recentemente a estrada de Borba. Em Tancos desapareceram armas e munições. Os Hospitais estão financeiramente estrangulados, com falta de profissionais, instalações degradadas, falta de... (ver mais)
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O governo está a “destruir” o Serviço Nacional de Saúde
Fernando Negrão considerou que as políticas adotadas na área da saúde são “as mais preocupantes” desta legislatura.
Fernando Negrão acusou o governo de António Costa de estar a destruir o Serviço Nacional de Saúde (SNS). No debate quinzenal com o Primeiro-Ministro, o último de 2018, o líder parlamentar do PSD centrou a sua intervenção na área da saúde, considerada a “área mais preocupante” para os sociais-democratas.
O parlamentar começou por se referir os números dos dias de espera para uma consulta de cirurgia no Hospital Sousa Martins, na Guarda, onde o “tempo de espera médio” era em junho de 476 dias, “ou seja, um ano e meio”. “Isto está profundamente errado, mas passados cinco meses, a mesma consulta” já tinha um tempo de espera de 1237 dias, assinalou o líder da bancada social-democrata. “Não acha que é da maior urgência resolver estas situações ou o PS descobriu que não... (ver mais)
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Governo não se preocupou em avaliar as implicações do Brexit para a economia portuguesa
Carlos Gonçalves criticou a postura do executivo e pediu uma especial atenção aos portugueses residentes no Reino Unido.
Carlos Gonçalves considera que o Brexit é um dos maiores desafios que a União Europeia enfrenta e que todo o processo em torno da negociação do Acordo de Saída do Reino Unido não permitiu evitar um ambiente de grande incerteza quanto ao futuro da Europa perante a saída de um dos seus mais importantes membros. No debate preparatório do Conselho Europeu, o social-democrata adiantou que os últimos acontecimentos adensam ainda mais esta incerteza quanto ao futuro, acrescentando que “era bom saber como o governo português encara a intenção britânica de rever o Acordo alcançado no passado mês de novembro e como encara a evolução deste processo”.
Com ou sem Acordo, refere o deputado, “parece ser evidente que serão inevitáveis consequências sociais e económicas para o... (ver mais)
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Os portugueses vivem a realidade caótica provocada por um governo campeão das cativações
Rubina Berardo frisa que os socialistas “omitem o verdadeiro estado de sítio que se vive em Portugal”.
No debate preparatório do Conselho Europeu, Rubina Berardo recordou que no Congresso Socialista Europeu o PS “vendeu-se” aos seus camaradas europeus como “a estrela entre os socialistas europeus”. Adiantando que num universo de somente 5 governos não é difícil ser-se a estrela, a Vice-Presidente da bancada do PSD frisou que nesta ação de marketing os socialistas “omitem o verdadeiro estado de sítio que se vive em Portugal, fruto das vossas promessas quebradas. Este governo tem sido a causa de greves sistemáticas, comboios em caos, bombeiros e professores revoltados, paralisação dos portos e a lista continua. É isto que se chama de estrela socialista”, questionou.
De seguida, a parlamentar afirmou que enquanto o governo se vende lá fora como tendo virado a página da... (ver mais)
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Governo continua a contratar trabalhadores com vínculos precários
Clara Marques Mendes acusou o governo de continuar a aumentar a precariedade no Estado.

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“Para a esquerda tudo se resume a tentar ganhar mais uns votos”
Álvaro Batista criticou a “hipocrisia política” dos partidos que adiam para a véspera das eleições a resolução dos problemas dos precários do Estado.
“A precariedade que afeta neste momento tantos trabalhadores na administração pública, o trabalho precário que afeta neste momento mais trabalhadores do Estado do que em 2015, não devia servir para a hipocrisia política, não devia servir para a esquerda que manda no país sacudir a água do capote do seu próprio falhanço”. Foi com estas duras palavras que Álvaro Batista iniciou a sua intervenção, esta sexta-feira, no debate sobre o Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública (PREVPAP).
No entender do social-democrata, esta esquerda que governa Portugal vai para 4 anos, é incapaz de assumir responsabilidades ou explicar porque é que hoje há mais trabalhadores precários no Estado. “Esquerda que vem aqui com a soberba de quem... (ver mais)
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Precários do Estado: PS, PCP e BE falharam e faltaram à verdade a estes trabalhadores
Carla Barros lamentou o “tacticismo” e a “encenação” dos partidos da esquerda em torno do PREVPAP.
Carla Barros considera que o agendamento pelo PCP de um debate sobre o Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública (PREVPAP) “não passa de um refinado tacticismo político-partidário, uma encenação”.
De acordo com a deputada, os comunistas apresentam-se neste debate com uma dupla representação: por um lado o PCP tem de intimidar e acusar um governo fraco e incumpridor para com os trabalhadores, por outro tem de orgulhar-se do quanto é ótimo e maravilhoso fazer parte desta solução de governo. “É muito, mas muito vazio de nobreza e dignidade político-partidária, o papel que os senhores assumem neste debate. Por isso, as falhas, os atrasos, a confusão, as promessas não cumpridas, os senhores deputados do PS, do PCP e do BE,... (ver mais)
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PCP aprovou um Orçamento que não continha as verbas para integrar os precários
Álvaro Batista afirmou não compreender as “juras de amor” do PCP aos precários quando na semana passada os desprezaram.
Uma semana após aprovar o Orçamento do Estado para 2019, o PCP agendou um debate sobre o Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública (PREVPAP). EM nome do PSD, Álvaro Batista começou por afirmar que a pergunta que os trabalhadores precários do estado fazem é esta: “o Orçamento que aprovaram tem dinheiro ou não tem dinheiro para pagar a integração dos precários? É que se não tem, se o dinheiro não chega para pagar as integrações dos precários, então porque é que o aprovaram? Se já sabiam que o dinheiro não chegava – e obviamente que sabiam - então porquê este debate. O PCP acredita mesmo que as pessoas lá foram não pensam ou que têm os olhos tapados?
Porquê hoje as juras de amor do PCP para com todos os precários, se na... (ver mais)
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PMA: PSD quer alcançar um compromisso entre a decisão do Tribunal Constitucional e o projeto de vida das famílias
Fátima Ramos recordou que o acórdão do Tribunal atirou para o vazio jurídico projetos de vida de várias pessoas.
No encerramento do debate de iniciativas relacionadas com a Procriação Medicamente Assistida, Fátima Ramos começou por sublinhar que este é um debate que nada tem que ver com a bondade da Procriação Medicamente assistida, nem sequer com quem devem ser os seus beneficiários. “Esse debate já o fizemos no passado. Hoje também não está em causa a importância da gestação de substituição. Esse debate também já foi feito. Na altura cada um teve oportunidade de se de se pronunciar no seu profundo sentido ético e de liberdade. Hoje o debate que estamos aqui a fazer é sobretudo para dar cobertura legal a situações de facto, situações que ficaram à mercê do acórdão do tribunal constitucional que veio a declarar a inconstitucionalidade de algumas das normas da Lei da PMA. Esse... (ver mais)
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