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Há um ano que existe queda da atividade económica
No entender de Paulo Rios de Oliveira, são necessárias reformas que melhorem a competitividade das empresas e a estabilidade fiscal.

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Governo ignora o Interior porque lá não há votos
António Costa Silva considera que o executivo só sabe fazer contagem de votos.
Segundo António Costa Silva as palavras interior e valorização do interior andam sempre na ponta da língua deste Governo. Contudo, refere o Vice-Presidente da bancada do PSD, o problema são as práticas, ou melhor, a falta delas.
Recorda o deputado que em 2017 sofreu duas grandes catástrofes que devastarem grande parte do interior do País. “Foi a prova clara que o Estado falhou. Falhou porque não conseguiu garantir a segurança das pessoas e dos seus bens. Morreram pessoas, casas ardidas e empresas destruídas. Mas apesar disso, resultou uma grande onda de solidariedade nacional. Parecia que, finalmente, o interior passava a ser “a causa”. Mas o Governo não aproveitou. É verdade que tomou algumas iniciativas, mas rapidamente se percebeu que o interior é só conversa. E... (ver mais)
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Governo não se preocupa com o crescimento económico
Maria Luís Albuquerque alerta que todos os países com quem nos devemos comparar estão a crescer mais que Portugal.
No entender de Maria Luís Albuquerque, o Orçamento para 2019 não surpreende. Para a deputada, o documento “ilustra a alternativa à austeridade. Depois de devidamente corrigido por Bruxelas nos primeiros esboços de Orçamento para 2016, o governo desistiu da confrontação e tem reclamado vitória pela consolidação orçamental e pelos défices mais baixos da democracia”. Contudo, refere, o que nos deve preocupar a todos é a forma como consistentemente tem alcançado estes resultados. “Gozando de uma conjuntura externa favorável, como há muito não se via, e de folgas orçamentais provenientes da descida de encargos com juros, de elevados dividendos do Banco de Portugal, para além de uma carga fiscal sem precedentes, a despesa permanente cresce todos os anos. O investimento... (ver mais)
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PSD quer saber qual a verba destinada à descontaminação dos solos e aquíferos da Ilha Terceira
António Ventura refere que sem essa resposta estamos perante um Orçamento que “mente aos açorianos”.

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Margarida Mano: “a educação não foi nem é uma aposta para este governo”
A deputada considera que, também na área da educação, “o Orçamento é mais uma oportunidade perdida”.
Frisando que quem manda no orçamento da Educação é o Ministro das Finanças, Margarida Mano afirmou esta segunda-feira que “o Orçamento é mais uma oportunidade perdida”. No debate na generalidade do Orçamento para 2019, a Vice-Presidente da bancada do PSD referiu que existem várias diferenças entre o governo e o PSD, sendo que a principal “diferença de atitude que existe entre nós é a ambição. O PSD representa um país com ambição, que olha para o futuro e quer ser um Portugal melhor num mundo melhor. Esta ambição não enjeita a importância do deficit zero, mas aspiraria a um superavit estrutural. Esta ambição não aceita que o investimento em Educação seja de 2.2%, quando em 2015 era de 4.8%”.
De seguida, a parlamentar afirmou que as diferenças ideológicas... (ver mais)
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Cristóvão Crespo: “este é um Orçamento de muita ilusão”
O social-democrata afirmou que nada ilusório é o aumento da carga fiscal.
Cristóvão Crespo questionou, esta segunda-feira, onde está a defesa das funções sociais do Estado, se o investimento público desce para níveis abaixo do tolerável. No debate do Orçamento do Estado para 2019, o social-democrata sublinhou que a cada dia que passa se degrada a prestação de cuidados de saúde, se degrada a qualidade dos transportes públicos, se degrada a proteção das pessoas.
Dirigindo-se à bancada comunista, o deputado afirmou que “este é um Orçamento de muita ilusão, em que a magra promessa de benefício tem agarrado um bem real e pesado aumento de impostos. Tem um ilusório benefício em IRS para ex-residentes, pior que a regra geral que já existe. Tem um ilusório benefício na fatura da luz de escassos cêntimos. Tem um ilusório benefício nas condições... (ver mais)
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Bloco de Esquerda trocou as convicções por migalhas de poder
Carlos Silva recorda que os bloquistas apoiam uma “carga fiscal máxima com serviços públicos mínimos”.
No debate do Orçamento, Carlos Silva afirmou que esperava que o Bloco de Esquerda aproveitasse este debate para pedir desculpa aos portugueses. Segundo o deputado, os Partidos que rasgavam vestes na anterior legislatura, que marchavam contra a degradação dos serviços públicos, apesar de a troika condicionar as opções do país, são os mesmo que agora aceitam cortes dolorosos e brutais no Orçamento para 2019 e que irão provocar recuos na economia e atrasam o progresso social.
Dirigindo-se à bancada bloquista, o social-democrata quis saber como vai o BE votar um Orçamento que corta no investimento público, que tem cativações recorde, que põe a carga fiscal em máximos de sempre aumentando impostos indiretos, que injeta 850 milhões de euros nos veículos dos Bancos. “É... (ver mais)
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Rubina Berardo acusa o governo de cativar 120 milhões em transferência devidas à Madeira
A deputada considera que estamos perante um executivo que “encena e dissimula”.

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“A palavra política de António Costa vale muito poucochinho”
Hugo Soares considera que Orçamento para 2019 é uma espécie de última cartada para António Costa tentar ganhar as eleições que nunca ganhou.
“Iniciamos hoje a discussão do OE para o ano de 2019. Um Orçamento que tem uma história, mas que se apresenta com pouco futuro. Se voltarmos ao discurso de posse do Primeiro-Ministro, em 2015, a palavra que afirmava ia ser honrada, apresentava como principais linhas de orientação, cito: “o alívio da asfixia fiscal da classe média”; “a aposta no investimento público” e a “garantia dos bens e serviços públicos.” Sabemos hoje que, no que diz respeito ao alívio da asfixia fiscal, o governo propõe a maior carga fiscal de sempre. Sabemos hoje que a aposta no investimento público ainda não atinge sequer os níveis do ano de 2015. E sabemos hoje que, quanto à garantia de melhores serviços públicos, qualquer contacto com a realidade desmascara essa intenção. Ou seja, hoje... (ver mais)
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“O governo não cumpriu o que prometeu aos Açores”
Berta Cabral enumerou um conjunto de promessas que continuam sem sair do papel.

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