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PSD quer levantar o véu sobre os favores prestados pela Caixa a projetos que não tinham nenhuma viabilidade
Inês Domingos afirmou que o governo usa “portugueses depositantes e clientes cumpridores como escudo para encobrir os grandes incumpridores”.
“O debate de hoje é pouco mais do que uma encenação, uma tentativa de branqueamento por parte do governo sobre o que foi uma teia de interesses socialista insidiosa que se alastrou na sociedade portuguesa entre 2005 e 2011”. Foi com estas palavras que Inês Domingos iniciou a sua intervenção, esta quinta-feira, no debate de iniciativas sobre a transparência do setor bancário. De acordo com a parlamentar, o governo veio agora tirar da gaveta um diploma com um ano e meio apenas para “desviar um debate sobre a transparência relativamente a grandes créditos em incumprimento, para transformar num debate de uma relação com o Fisco. O Secretário de Estado usa portugueses depositantes e clientes cumpridores como escudo humano para encobrir os grandes incumpridores”.
De... (ver mais)
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Caixa Geral de Depósitos: “os portugueses têm o direito de saber qual a teia socialista que provocou o descalabro”
Duarte Pacheco acusou ainda o Bloco de fazer “fretes” ao PS.
No debate de iniciativas sobre a transparência do setor bancário, marcado pelo Bloco, Duarte Pacheco acusou os bloquistas de “comportamento bipolar”, sublinhando que estamos perante mais um “frete” ao PS, “sabe Deus à espera de quê”.
Centrando-se nos factos concretos, o deputado recordou que, na Comissão de Inquérito à Gestão da CGD, o PSD exigiu saber quais os responsáveis pelo buraco gerado no banco púbico, quais os créditos incumpridos e quais os nomes dos decisores que tomaram essas decisões que provocaram tantos milhões de prejuízos. Depois da resistência das instituições públicas em fornecer essa informação, recorda o deputado, o Tribunal da Relação entendeu que essa informação devia ser enviada ao Parlamento. “O PS tremeu e, logo a seguir, o PS com o BE e... (ver mais)
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PSD quer que o governo dê continuidade às obras de restauro do Mosteiro de Santa Maria de Semide
Os sociais-democratas apresentaram um Projeto de Resolução nesse sentido.
O Grupo Parlamentar do PSD apresentou um Projeto de Resolução que recomenda ao Governo que promova as ações necessárias para que as obras de Restauro do Mosteiro de Santa Maria de Semide tenham continuidade, dando cumprimento ao projeto existente.
No documento do Projeto de Resolução, os sociais democratas referem que a falta de continuidade das obras está a impedir a utilização de uma parte significativa do Mosteiro e recordam todo o historial em torno das obras deste... (ver mais)
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Incêndios: PSD exige saber como serão distribuídas as verbas do Fundo de Solidariedade da UE
Os deputados do PSD eleitos por Santarém entregaram no Parlamento uma pergunta dirigida ao Ministro do Planeamento e das Infraestruturas.
O PSD exigiu ao Governo que esclareça como serão distribuídas as verbas hoje aprovadas do Fundo de Solidariedade da União Europeia para apoiar Portugal na sequência dos incêndios do ano passado.
"Pode o governo assegurar que as ajudas previstas no Fundo de Solidariedade da União Europeia serão aplicadas de forma equitativa aos concelhos afetados na Região Centro e cujos prejuízos foram decisivos para atingir o montante mínimo exigido pelas regras de ativação do Fundo de Solidariedade da União Europeia?", questionam os sociais-democratas, numa ver mais)
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Luís Campos Ferreira: “governo rege-se pela lógica do poucochinho”
No debate sobre “Internacionalização da Economia Portuguesa”, o social-democrata enfatizou que “foi assim que lá chegou e é assim que o executivo governa”.

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Economia: governo não resolve os problemas, vive das conjunturas e tenta aproveitar a onda
Paulo Neves condenou a ausência de uma “estratégia clara e bem definida” por parte do executivo.
“Falar de economia e de internacionalização é falar de turismo, é falar de investimento estrangeiro em Portugal, é falar de investimento português no estrangeiro. É falar de financiamento às empresas portuguesas e de banca multilateral. É falar da rede diplomática portuguesa e da rede da AICEP. É falar também da diversificação de mercados em especial juntos das economias emergentes. Tudo isto é economia e tudo isto faz parte da internacionalização da economia portuguesa”. Estas foram as palavras iniciais de Paulo Ramos no debate sobre a “Internacionalização da Economia Portuguesa”.
De acordo com o deputado, o anterior governo do PSD fez um trabalho notável na internacionalização da economia portuguesa. “Passámos de 29% do PIB para 42% do valor do PIB em exportações... (ver mais)
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“Ou o Ministro da Economia não conta para a política económica deste governo, ou a economia não conta para este governo”
Para Luís Leite Ramos só uma destas duas opções explica a ausência do governante no debate sobre a “Internacionalização da Economia Portuguesa”.
Luís Leite Ramos lamentou a ausência do Ministro da Economia no debate sobre a “Internacionalização da Economia Portuguesa”. No entender do social-democrata, a ausência do governante no debate “só pode significar uma de duas coisas: ou o Ministro da Economia não conta para a política económica deste governo, ou a economia não conta para este governo”. Em qualquer dos casos, adianta o deputado, “nenhuma destas alternativas é a melhor forma de tratar os problemas do país, e de tratar dos problemas das empresas e dos empresários portugueses”.
De seguida, Luís Leite Ramos recordou ao Ministro Augusto Santos Silva o resultado da governação do “velho PS”, a que o governante também pertenceu, e sublinhou que os socialistas não podem esquecer a situação em que deixaram o... (ver mais)
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Virgílio Macedo: “poderíamos e deveríamos estar a crescer mais e melhor”
O social-democrata considera que em vez de um governo pró-ativo, Portugal é governando por um executivo “pró-passivo”.
Virgílio Macedo considera que o agendamento, por parte do PS, de um debate sobre a “Internacionalização da economia portuguesa” é o reconhecimento “da falência da política económica que no início deste mandato o Governo dizia que ia implementar”.
Para o deputado, essa “falsa partida do governo, essa aposta inicial errada em termos de política económica, fez-nos perder um ano de crescimento económico. Hoje, dada a boa conjuntura internacional, poderíamos e deveríamos estar a crescer mais e melhor”.
Segundo o social-democrata, hoje o governo tenta capitalizar para si méritos em termos de crescimento económico, que sabe que não são exclusivamente seus, mas que são sobretudo consequência de políticas passadas e sobretudo são consequência do trabalho e do esforço das... (ver mais)
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SEF: Helga Correia alerta para as consequências reputacionais para Portugal das filas de espera no aeroporto
A deputada quer saber que medidas estão a ser tomadas pelo governo para que “espetáculo idêntico” não se repita.
No debate sobre a “Internacionalização da Economia Portuguesa”, Helga Correia começou por sublinhar que contrariamente ao que é dito pela propaganda dos partidos de esquerda, “nem tudo são rosas”. Segundo a deputada, a incapacidade do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) de dar resposta ao aumento dos turistas que entram em Portugal é um claro exemplo dos problemas existentes.
Sublinhando as consequências negativas desta situação, a social-democrata recordou que “o trabalho de receção dos turistas começa em casa e Portugal não está a conseguir fazer isso”. Recordando que esse é um falhanço da responsabilidade do governo socialista, a deputada questionou à bancada do PS qual a imagem que as filas de espera no aeroporto projetam internacionalmente. “Que imagem... (ver mais)
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PSD congratula-se com a Prorrogação dos Contratos de Bolsas de Investigação, dos Contratos de Bolsa de Projetos de Investigação Científica e outros similares
Margarida Mano recordou que esta foi uma matéria que teve por base uma iniciativa do PSD.

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