Na Sessão de Encerramento do debate do Orçamento do Estado para 2109, Adão Silva enfatizou que o documento tem uma marca essencial: a ilusão. “A ilusão, porque é próprio dos governos socialistas, em Portugal, criar ilusões, deixando depois os portugueses abandonados à sua má sorte”.
No entender do Vice-Presidente da bancada do PSD, outra das marcas essências deste Orçamento assenta no “eleitoralismo mal disfarçado. Eleitoralismo no mau sentido do termo, isto é, aquele que usa e abusa da paciência dos cidadãos, pondo os recursos públicos ao serviço dos interesses eleitorais do Governo e, especialmente, do Partido Socialista. Um eleitoralismo que não se coíbe de enumerar medidas que entrarão em vigor, muito oportunamente no mês eleitoral, como acontece, por exemplo,... (
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