| Este Orçamento é a certidão de óbito da estratégia económica do Governo |
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| Miguel Morgado frisou que a estratégia do Governo falhou no investimento, no crescimento da economia, no consumo e no crescimento do rendimento disponível das famílias. |
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Miguel Morgado lembrou ao Ministro das Finanças que os maiores ativos que um Ministro das Finanças pode ter são a sua credibilidade e o seu sentido de responsabilidade. “Um Ministro das Finanças que troca isto por outra coisa qualquer fica sem nada”, frisou o deputado, acrescentando que as intervenções de Mário Centeno, invariavelmente, “são marcadas por uma lógica de terra queimada, de sectarismo extremos, uma sequência de truques e mistificações”. No debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2017, o Vice-Presidente da bancada do PSD recordou que, no dia anterior, o Ministro das Finanças recorreu a Camões para atacar o PSD: “aquela cativa que me tem cativo, porque nela vivo já não quer que viva”. Contudo, adianta o deputado, os versos citados dão... ( ver mais) |
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| “À imprudência orçamental de hoje vai corresponder o plano B amanhã” |
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| No encerramento do debate na especialidade do Orçamento, Luís Montenegro afirmou que o Governo e o Primeiro-ministro não conseguem, por mais que queiram, disfarçar a inevitabilidade de um plano B. |
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“Não há dúvidas. Não há desculpas. Este é o Orçamento do Dr. António Costa, da Deputada Catarina Martins e do Deputado Jerónimo de Sousa. Os três perderam as eleições. Os três derrubaram o governo escolhido pelo povo. Os três juntaram-se, formaram uma maioria absoluta no Parlamento e os três viabilizam o atual Governo. Os três prometeram políticas patrióticas e de esquerda, prometeram mais crescimento económico, mais emprego, menos austeridade e mais equilíbrio orçamental. Os três convergiram nas opções, fizeram as escolhas e os 3 respondem por elas. Este Orçamento é socialista, é bloquista e é comunista”. Estas foram as palavras iniciais de Luís Montenegro na sessão de encerramento do debate na especialidade do Orçamento do Estado para 2016. Perante este... ( ver mais) |
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| Orçamento: o caminho apresentado é semelhante ao que nos levou à bancarrota |
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| Duarte Pacheco lembrou que os partidos da esquerda são os únicos responsáveis por este documento. |
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| Margarida Balseiro Lopes acusa o Governo de ter pejado o Orçamento de normas retroativas |
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| A deputada alertou para os riscos destas medidas. |
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| Jorge Paulo Oliveira: “o PS cedeu ao radicalismo do BE” |
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| Na base da acusação está a "cambalhota" do PS em relação ao IMI familiar. |
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| Leitão Amaro: “este é um Orçamento imprudente. Os números não batem certo” |
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| O deputado lembrou que este ainda não é o Orçamento do Estado para 2016, pois faltam as medidas adicionais. |
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| Pedro Pimpão afirmou que o Orçamento para a cultura “é uma desilusão” |
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| Parlamentar lembrou que, contrariamente ao garantido pela esquerda, a verba para este sector diminuiu. |
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| Paulo Rios de Oliveira pretende saber onde estão as soluções para os transportes urbanos do Porto |
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| O deputado afirmou que essas medidas não se encontram no Orçamento. |
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| Governo veio da Europa sem nada que minimize a crise dos produtores de leite e suínos |
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| Maurício Marques lembrou que estes sectores estão a passar por muitas dificuldades. |
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| Um Governo que apresenta contas mal feitas não merece a confiança das autonomias |
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| Paulo Neves afirmou que o PS demonstrou, uma vez mais, que não tem consideração pela Madeira. |
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