Pedro Alves questionou aos socialistas se vão continuar a ser “o capachinho que encobre a careca do professor Mário Nogueira e o dirigismo ideológico”.
Os sociais-democratas ouviram as opiniões de médicos, constitucionalistas e peticionários contra e a favor da despenalização da morte medicamente assistida.
Segundo Pedro Alves a agenda ideológica da nova maioria não só não o tem permitido como tem resultado em denúncias diárias de falta de verbas e de meios.